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3 notícias sobre: probióticos

Fêmeas reguladas, cavalos de Troia e eficácia póstuma.

Meninos e meninas
Um experimento feito nas universidades de Bristol e Reading, no Reino Unido, tratou porcos de 28 dias com probióticos e revelou que o nível de anticorpos, células imunológicas e outros traços de resistência imune variam de acordo com o sexo. Fêmeas se revelaram mais reguladas, com uma resposta mais organizada ao tratamento (1).

Vira-casacas
Bactérias usadas em tratamentos de probióticos na UTI podem se voltar contra o paciente e causar uma infecção letal. Um paciente na UTI, se tratado com bactérias como a Lactobacillus rhamnosus, tem 120 vezes mais chances de desenvolver infecção bacterial no sangue. É tão grave que o Hospital Pediátrico de Boston, nos EUA, decidiu banir probióticos em sua UTI (2).

Vida após a morte
Tratamento com probióticos costumam se basear na ingestão de bactérias benéficas vivas, que se reproduzem no intestino e dominam rivais malignas. Mas um estudo americano revelou que nem vivas as bichinhas precisam estar. Uma dose de Lactobacillus paracasei inativadas (isto é, mortas) melhorou a inflamação dos intestinos de ratos infectados por vermes (3).

Fontes: (1) Sexual Dimorphism in Immune Development and in Response to Nutritional Intervention in Neonatal Piglets; (2) Genomic and epidemiological evidence of bacterial transmission from probiotic capsule to blood in ICU patients; (3) Lipoteichoic acid from the cell wall of a heat killed Lactobacillus paracasei D3-5 ameliorates aging-related leaky gut, inflammation and improves physical and cognitive functions: from C. elegans to mice