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A cozinha do McDonald’s

Giselle Hirata

Assim como Ford havia feito 40 anos antes em sua fá brica de automóveis, em 1948 os irmãos McDonald transformaram sua lanchonete em uma linha de montagem. O Speedee Service System dipensava cozinheiros: cada funcionário tinha só uma tarefa, agilizando o processo. Base de todas as redes de fast food, o sistema já foi acusado de promover o consumismo e a alienação, mas uma coisa ninguém nega: ele funciona.

1. Pedido
Assim que o caixa registra o pedido, outro funcionário, chamado de “apoio”, passa o recado para a cozinha, e a tostadeira, a estação de condimentos e a chapa entram em ação simultânea. O apoio também é encarregado da porção de fritas.

2. Tostadeira
A máquina funciona como uma torradeira gigante, que avisa quando o pão está no ponto.

3. Condimentos
Aqui, o pão quentinho recebe picles, cebola, molho, queijo etc.

4. Carnes
Enquanto o pão é tostado e preparado, as chapas já estão quentes. São uma para hambúrgueres normais e outra para os grandes.

5. Montagem
A bordo de uma bandeja móvel, os pães chegam à estação da chapa. O sanduíche é montado e vai para a embalagem.

6. Finalização
O funcionário que atende por “produção final” checa o sanduíche antes de ele ir para a estufa. Lanches “descaracterizados” (muita alface, queijo na ordem errada) vão para o lixo.