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A verdade sobre o relógio biológico

Pesquisas recentes descobriram: o funcionamento do nosso corpo muda ao longo do dia. Veja qual é o melhor horário para fazer cada coisa

Por Marcella Chartier Atualizado em 7 jun 2018, 19h26 - Publicado em 31 out 2008, 22h00

Fazer sexo: 8h

Quem prefere fazer à noite não sabe o que está perdendo: estudos provaram que os níveis de testosterona têm seu ápice de manhãzinha. Já se o objetivo for engravidar, vale a pena adiar a transa – de tarde, o sêmen fica mais fértil, com mais espermatozóides.

Comer: 9h30

Sabe aquela história de que o café-da-manhã é a refeição mais importante do dia? Tem fundamento: pela manhã, as células do estômago estão com força máxima, e o organismo digere os alimentos 50% mais rápido. É por isso que você sente mais fome nessa parte do dia.

Estudar: 11h

Melhor momento para pensar e aprender: o córtex pré-frontal, área do cérebro ligada ao raciocínio, alcança potência máxima. O fortalecimento das conexões entre neurônios também está no auge – o que aumenta nossa capacidade de memorizar informações.

  • Aguentar dor: 14h30

    Você precisa ir ao dentista? Deixe para depois do almoço e vá comer numa lanchonete. O cheiro e o gosto de alimentos gordurosos estimulam a liberação de endorfina, um anestésico natural produzido pelo corpo. O efeito máximo ocorre 1h30 após a refeição.

    Beber: 17h30

    Vai tomar uma cervejinha depois do expediente? Que tal antecipá-la um pouco? Entre 17 e 18 horas, o fígado está tinindo: o corpo está mais quente e a circulação sanguínea mais acelerada. Mas atenção: para não sobrecarregar o organismo, o máximo recomendado são 2 cervejas.

    Malhar: 18h30

    Não bebeu? Muito bem. Que tal um exercício? A maioria dos recordes esportivos acontece entre 15 e 20 horas, e isso tem motivo: as articulações estão mais flexíveis, o que reduz a sensação de cansaço – e os músculos ficam até 20% mais fortes do que durante a manhã.

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