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O ataque final às superbactérias

Quando um paciente chega ao médico com uma infecção, costuma sair de lá com uma receita para um antibiótico que mata diversos tipos de germes – e essa falta de precisão acaba gerando superbactérias, uma das maiores ameaças à saúde. Agora, um prêmio inglês vai dar R$ 50 milhões para quem desenvolver métodos mais eficazes de identificar bactérias específicas. Aqui, alguns protótipos.

1. Scanner de gente

O aparelho é encostado na pele e usa raios infravermelhos para checar o paciente. Se há algum marcador inflamatório no sangue (moléculas lançadas pelas células de defesa), ele denuncia na hora. Depois é só mandar os dados para o computador.

2. Tiras multiuso

O exame combina tirinhas para analisar, de uma tacada só, urina, sangue e saliva – basicamente, um checkup de bolso. Cada um dos líquidos entra em contato com uma substância que reage à presença de bactérias, como se fossem anticorpos. E o resultado lembra os testes de gravidez da farmácia: se for positivo, aparecem os tracinhos.

3. Pirulito do estreptococo

Esse teste parece um pirulito e, em contato com a saliva, muda de cor caso encontre micróbios indesejados por ali. Como o estreptococo é a principal bactéria por trás da dor de garganta das crianças, mas muitas vezes demora para ser identificada, o recurso pouparia várias idas ao consultório.

4. Nanorrobôs

Esses recursos minúsculos, que circulariam pelo sangue livremente, monitorariam a presença de bactérias. O robozinho ficaria de olho não apenas nos micróbios, mas também em outros dados, como níveis de glicose, e ficariam sempre dentro do corpo.

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