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Como funciona o remo paralímpico

Nesta edição, os remadores vão disputar na Lagoa Rodrigo de Freitas uma prova masculina, uma feminina e duas mistas.

Por Pâmela Carbonari Atualizado em 4 nov 2016, 19h18 - Publicado em 9 set 2016, 23h30

COMO FUNCIONAM AS PARALIMPÍADAS
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Remar contra o tempo em uma linha reta de 1 km de distância e cruzar a linha de chegada por primeiro, esse é o objetivo dos atletas que competem no remo. A modalidade está nos Jogos Paralímpicos desde 2008 e, nesta edição, os remadores vão disputar na Lagoa Rodrigo de Freitas uma prova masculina, uma feminina e duas mistas. Cada classe compete com um tipo de barco que varia de acordo com o número de atletas a bordo: individual, em dupla ou em quarteto.

Os atletas também são divididos conforme sua capacidade motora. No barco individual, o chamado Skiff individual, vão esportistas que utilizam apenas os braços para se impulsionarem na água – o assento e o encosto da embarcação são fixos. No barco de palamenta dupla, o Skiff duplo, o assento também é fixo e a tripulação, que pode ser mista, utiliza o tronco e os braços para impulsionar o barco. Nessas duas classes, de palamentas duplas, os atletas remam com um remo em cada mão. Ou seja, remam com dois remos e com os dois braços.

No quarteto, a embarcação é de palamenta simples, em que cada um compete com apenas um remo na mão. Nessa classe, homens e mulheres competem juntos e usam braços, pernas e troncos para darem impulso ao barco, que tem assento deslizante. Também são aceitos atletas cegos, amputados, com paralisia cerebral, distúrbios neurológicos ou intelectuais. Dos quatro tripulantes, apenas dois podem ter problemas de visão. Assim como o corredor-guia do atletismo, há um guia do remo: o timoneiro. Ele é o quinto elemento do barco e não precisa ter nenhuma deficiência para participar.

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