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Como funciona o rugby em cadeira de rodas

A modalidade é uma mistura de elementos do rugby, basquetebol e voleibol

Por Pâmela Carbonari Atualizado em 4 nov 2016, 19h18 - Publicado em 13 set 2016, 18h16

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Esqueça as ombreiras do rugby de campo, mas não a brutalidade do esporte. No rugby em cadeira de rodas, os atletas não podem ter contato corporal, porém o embate é livre entre as cadeiras (desde que não bata atrás do eixo da roda traseira). A modalidade é uma mistura de elementos do rugby, basquetebol e voleibol.

As equipes são mistas, cada uma joga com quatro atletas e tem oito reservas. Os esportistas são classificados com uma pontuação que varia de 0.5 a 3.5, levando em consideração sua habilidade funcional – quanto mais limitante a deficiência, menor o “peso” do atleta. Os competidores titulares não podem somar mais que oito pontos juntos.

A partida dura 32 minutos divididos em quatro períodos de oito minutos e é disputada com uma bola de vôlei em uma quadra de 28 metros de comprimento por 15 metros de largura.

Para marcar pontos, os jogadores têm que ultrapassar a linha do gol com a bola nas mãos e as duas rodas da cadeira. O ataque precisa ser ágil e rápido, porque a equipe tem apenas 40 segundos para marcar um gol. E quem não faz, é penalizado: caso o time não marque, perde a posse da bola.

Como o rugby em cadeira de rodas é um esporte de bastante embate (tanto que seu primeiro nome era murderball – em português, bola da morte), as cadeiras de quem ataca são distintas das de defesa. As de ataque são arredondadas na frente e usadas por atletas com maior capacidade de movimentação. Já as de defesa, utilizadas por jogadores

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