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A era dos robôs cirurgiões

Tecnologia gera esperanças e dúvidas.

Por Da Redação Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
30 set 1999, 22h00 • Atualizado em 31 out 2016, 18h33
  • Em maio de 1998, a equipe do cirurgião francês Alain Carpentier , do Hospital Broussais, em Paris, fez a primeira operação cardíaca sem tocar no paciente, a 2 metros de distância. O trabalho do médico foi o de guiar as mãos de um robô, usando um joystick parecido com o dos videogames. As vantagens da técnica são muitas. Com ela, os cortes não precisam ser grandes – apenas o suficiente para a entrada de braços robóticos equipados com microcâmeras de vídeo e outros instrumentos minúsculos. Assim, a recuperação é muito mais rápida do que na operação normal, em que o peito é aberto com um serrote. Outra vantagem é a precisão dos movimentos do robô. Um cirurgião humano, por mais habilidoso, está sempre sujeito a pequenos tremores de mão, causando danos ao paciente. Até 2010, duas em cada três operações de ponte de safena nos Estados Unidos deverão ser feitas com robô – muitas delas pela Internet.

    Célula pra toda obra

    Duas empresas americanas anunciaram, em junho deste ano, que estão clonando embriões humanos a fim de obter células para transplantes. O projeto envolve um dos temas mais promissores da Medicina – e também um dos mais polêmicos. Seu objetivo é obter as chamadas células-tronco, existentes no início da formação de um embrião e que originam todos os órgãos e tecidos do corpo. Elas podem ser estimuladas, por exemplo, a formar células do cérebro. Numa experiência de 1998, ratos portadores do mal de Parkinson voltaram a andar normalmente depois de receber essas células. Resta ver se com gente acontece o mesmo. Há, aí, um problema ético. Filósofos e religiosos argumentam que é imoral criar um ser humano só para usar as suas células.

    Uma vacina contra a Aids

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    Em junho deste ano, voluntários nos Estados Unidos e na Tailândia começaram a tomar uma vacina experimental contra a Aids. A droga ataca as variantes do vírus existentes na Europa, na Ásia e nas Américas – a versão africana ficou para depois. Mesmo que seja eficaz, a vacina nada pode fazer por indivíduos já infectados com o HIV, e é difícil que proporcione imunidade permanente. Portanto, é necessário se prevenir. A doença ainda não tem cura e a vacina vai demorar. Na foto, os vírus da Aids saem de uma célula do sistema imunológico onde se reproduziram, aos milhares, e partem para atacar outras.

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