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Vêm aí as casas inteligentes

Nos EUA, Europa e Japão estão aparecendo projetos de casas inteligentes, que são administradas por mais de 1.000 minicomputadores capazes de fazer tudo dentro de uma casa.

Elas atendem o telefone e tomam providências de emergências, como desligar o forno que o sono esqueceu ligado, ou acender a lareira para que ele tenha maior conforto nas noites frias. São as casas espertas, que começam a aparecer, pelo menos em projetos, nos Estados Unidos, Europa e Japão. Administradas por mais de 1000 minicomputadores, em alguns casos, possuem sensores e controles ligados em todas as partes. Podem aumentar ou diminuir a potência de suas próprias lâmpadas ou, então, abrir e fechar as janelas e cortinas. Assim, regulam a iluminação, ou protegem a residência contra chuva. Também ficam atentas à temperatura dos fornos, aos odores do banheiro, à circulação de ar e ao nível de ruídos nas salas. Nem a pressão sanguínea e o ritmo cardíaco dos donos lhes passam despercebidos: basta tocar os dedos em medidores especiais, no banheiro, para obter essas informações. E as novidades não são apenas eletrônicas: algumas das novas casas são feitas com um plástico tão leve como uma almofada, mas tão sólido como o aço. O lar da nova geração não está ainda à venda, mas isso não deve demorar a acontecer. Então, deve inaugurar um estilo inteiramente novo de viver.