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Ter problemas com a mãe faz você engordar

Thiago Perin 21 de fevereiro de 2012

Você luta contra a balança? Então responda: como é a sua relação com a sua mãe?

Pesquisadores da Universidade Estadual de Ohio (EUA) descobriram que crianças cujo relacionamento com a mãe é problemático são pelo menos duas vezes mais propensas a serem obesas quando crescem.

Quase mil voluntários participaram do estudo — foram avaliados ainda bebês e de novo aos 15 anos. Entre os que eram bem próximos da mãe, 13% estavam acima do peso na adolescência. Já entre os que não mantinham um laço emocional forte com ela, 26% apresentavam sinais de obesidade.

A explicação é justamente a que a gente espera: segundo os pesquisadores, a hipótese mais provável é a de que as crianças comam mais e engordem ao substituir o amor da mãe por sorvete, pizza, bolo de chocolate, macarronada… Bem, você entendeu.

Crédito da foto: flickr.com/cavale

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Bodes também têm sotaque

Redação Super 20 de fevereiro de 2012

Engana-se quem achava que o sotaque era privilégio exclusivo dos humanos. Um estudo da Universidade de Londres descobriu que o balido emitido por cabras e bodes pode variar de acordo com o lugar e o rebanho no qual vivem. Tudo bem que eles não têm um vocabulário lá muito variado, mas essas diferenças sugerem que os bichos podem ser mais inteligentes do que se pensava.

Para o estudo, publicado na revista Animal Behaviour, os pesquisadores acompanharam quatro rebanhos diferentes de cabritinhos pigmeus e gravaram seus sons com um microfone escondido durante várias semanas. No início, os animais ficaram com suas mães e irmãos e copiavam seus sons. Mas, à medida que cresciam e formavam grupos sociais com seus pares – conhecido como ‘creches’ –, começaram a desenvolver um “sotaque” próprio.

Isso sugere que sotaques regionais entre os mamíferos são muito mais comuns do que se pensava. Além disso, eles podem mudar de acordo com seu ambiente social em vez de serem unicamente determinado pelos genes, como se costumava acreditar.

Via DailyMail

Imagem: Wikipedia

 


Pensar em sexo deixa você mais inteligente

Thiago Perin 17 de fevereiro de 2012

Já viu essa? A dica é do pessoal da Universidade de Amsterdã (Holanda).

Primeiro, eles fizeram parte dos voluntários, homens e mulheres, pensarem em sexo. Depois, colocaram todo mundo para resolver problemas de lógica e matemática. E, surpresa, o desempenho dos que estavam com ideias safadinhas na cabeça foi melhor.

É que, segundo os cientistas, quando pensamos em sexo, nosso cérebro ativa uma área “projetada” pela evolução para ajudar a gente a se reproduzir. Daí em diante, começamos a prestar mais atenção nas outras pessoas, a achá-las especialmente atraentes, a tentar identificar sinais de interesse sexual quando flertamos com alguém, e por aí vai.

Essas mudanças mentais, que acontecem naturalmente para favorecer a reprodução, intensificam a nossa atenção e o nosso foco nos detalhes, o que deixa a percepção mais afiada e acaba favorecendo também o raciocínio, explica o estudo. Olha que beleza.

Crédito da foto: flickr.com/caveman_92223

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10 dicas científicas para fazer alguém se apaixonar por você

Thiago Perin 14 de fevereiro de 2012

A coisa não está fácil para o seu lado? A gente dá uma mãozinha. Respire fundo, tome coragem, passe aquele perfume irresistível e anote aí.

Para conquistar uma mulher, mantenha flores por perto. Em um estudo da Universidade do Sul da Bretanha (França), voluntárias avaliaram homens que viam pela primeira vez como mais interessantes e bonitos (e se mostraram mais propensas a toparem sair com eles) depois de verem imagens de flores. Ah, parece que usar aliança ajuda também…

Se o seu alvo for um homem, aja com bastante carinho. Como a gente já contou por aqui, de acordo com um estudo da Universidade de Indiana (EUA), o sexo masculino valoriza mais as demonstrações constantes de afeto do que o feminino. Achou estranho? Também já falamos sobre como os homens são mais românticos e dizem “eu te amo” primeiro.

Ah, e não enrole. Fazer charme pode ser divertido, mas os homens preferem que você mostre interesse logo de cara. É o que aponta um estudo da Universidade de Bucknell (EUA).

Olhe nos olhos. Em dois estudos feitos em Massachusetts, nos EUA, duplas de voluntários (que não se conheciam!) orientadas a manter contato visual por 2 minutos desenvolveram um afeto “significativamente” maior um pelo outro do que os que olharam para as mãos do parceiro.

Sorria. Uma pesquisa das universidades de Aberdeen e St. Andrews (Escócia), Liverpool (Inglaterra) e Harvard (EUA) dá a dica: as pessoas acham você mais atraente com um sorriso no rosto do que com uma expressão neutra. E, óbvio, do que com uma cara feia.

Apesar que… Segundo um estudo da Universidade de British Columbia (Canadá), as mulheres não gostam de homens que parecem felizes demais.

No primeiro encontro, conte sobre as viagens que você já fez, mas evite falar sobre cinema — o mais provável é que você e seu date tenham gostos diferentes e vocês se desentendam. Quem diz é o psicólogo Richard Wiseman, da Universidade de Hertfordshire (Reino Unido).

E fique atento: se sua companhia pedir uma cerveja, e mostrar que gosta do sabor da loirinha, você já sabe o que pode esperar no fim da noite.

Aliás, deixe de preconceito: relacionamentos que começam com sexo casual podem sim evoluir e virar coisa séria. Supostamente, porque a intimidade que se cria logo de cara quando o casal vai para a cama, segundo pesquisas das universidades do Kansas e da Califórnia (EUA), pode aproximar as pessoas e ajudá-las a formar laços duradouros.

Boa sorte! ;)

Crédito da foto: flickr.com/trobertsphotography

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Cientistas explicam por que músicas tristes fazem tanto sucesso

Thiago Perin 13 de fevereiro de 2012

Pensa bem: se uma música triste nos deixa, bem, tristes, por que ela faz sucesso? Não faria mais sentido que a gente evitasse ouvir o que nos faz sentir mal?

A questão é essa: elas também nos fazem sentir bem. O neurocientista Robert Zatorre, da Universidade de McGill (Canadá), constatou que músicas emocionalmente intensas, tipo aquela que faz você lembrar do pé na bunda que levou, liberam dopamina, o neurotransmissor que promove a sensação de prazer, no cérebro. O efeito é parecido com a satisfação que comida, sexo e drogas garantem. Observando as reações de voluntários, ele viu que, quanto mais arrepios o povo sentia enquanto ouvia canções cheias de emoção, mais dopamina era liberada.

Ou seja: ouvir músicas tristes, mesmo que nos entristeça, ao mesmo tempo nos faz sentir bem, e nos motiva a apertar novamente o gatilho que causou a sensação. No caso, ouvir o chororô musical de novo e de novo. E assim elas disparam para o topo das paradas.

Outro segredinho dessa nossa fascinação pelas canções deprês é, segundo o psicólogo britânico John Sloboda, um elemento musical característico chamado de apogiatura — um tipo de nota musical que cria um som dissonante e gera tensão no ouvinte. Quando a apogiatura passa e as notas voltam à melodia familiar, a sensação é boa, e é nesses momentos que a gente desaba e cede à emoção. Quanto mais apogiaturas uma música tem, maior é o ciclo de tensão e alívio que ela cria, e a emoção ao ouví-la é ainda mais forte.

Oi, Adele, estamos falando com você. Someone Like You, um dos maiores sucessos da cantora britânica, por exemplo, é cheia de notas ornamentais similares às apogiaturas. Entendeu porque você cai em lágrimas toda vez que escuta essa música?

Crédito da foto: flickr.com/alishav

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