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Posts da categoria ‘longevidade’


Homens baixinhos vivem mais

Carol Castro 7 de maio de 2012

Se pessoas altas são mais felizes e pessoas felizes vivem menos, é de se esperar, portanto, que os homens baixinhos tenham uma vida mais longa, certo?

A ciência acredita que sim. Os professores Poulain, da Universidade de Louvain (Bélgica), e Salaris, da Universidade de Cagliari (Itália), investigaram a vida de 500 homens, nascidos entre 1866 e 1915, na ilha da Sardenha. A escolha não foi à toa. O arquipélago figura entre os lugares do mundo com as maiores expectativas de vida (a cada 100 mil habitantes, 22 chegam aos 100 anos) e ainda tem uma das populações mais baixinhas da Europa.

E, como era previsto, os pesquisadores confirmaram que homens menores realmente vivem mais. Os baixinhos têm, em média, dois anos de vida a mais que os grandões. Isso porque esses corpos pequenos têm maior capacidade de substituição das células, menor concentração de proteína C-reativa (que, em níveis elevados, pode resultar em problemas cardiovasculares), são mais eficientes na hora de bombear o sangue, apresentam danos menores no DNA, e maior quantidade de SHBG (glicoproteína que se encarrega do transporte dos hormônios sexuais).

No fim das contas, o perfil de quem vive bastante tem até 10% de relação com a estatura. O resto vem da alimentação, exercícios físicos, cuidados médicos, e vida social ativa e saudável. Ou seja, um pouquinho de vida saudável e nem tudo está perdido para os homens altos.

Via Daily Mail

Crédito da foto: flickr.com/piermario

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Refletir sobre a morte faz bem para a vida

Carol Castro 3 de maio de 2012

E não é que até a morte tem um lado positivo? Pois é, a gente chora e sente tanta saudade que chega a doer… e nada disso é gostoso, claro. Mas, no fim das contas, essa tristeza nos faz refletir sobre a nossa mortalidade (e essa coisa delicada e efêmera que é a vida). E isso faz bem para a vida (desde os relacionamentos até a saúde).

É o que concluiu uma pesquisa conduzida por psicólogos da Universidade de Missouri. Eles avaliaram vários estudos anteriores para provar que desastres também podem trazer efeitos positivos.

Entre os estudos relacionados, um deles avaliava a reação dos americanos depois dos ataques às torres gêmeas do World Trade Center.  Quem não se lembra dos discursos americanos cheios de ódio contra os muçulmanos logo após os atentados? É, mas nem todo sentimento era relacionado à vingança. Segundo os pesquisadores, as pessoas também expressaram níveis bem maiores de gratidão, esperança, gentileza e liderança, depois do 11 de setembro.

Quando outros terroristas destruíram um prédio no centro de Oklahoma, em 1995, o número de divórcios na cidade diminuiu bastante. Outros estudos ainda dizem que, quando refletimos sobre a morte, somos influenciados a tomar atitudes positivas, como fazer mais exercícios físicos ou parar de fumar. E há ainda uma reavaliação sobre as coisas que valem a pena na vida. Aí surgem perguntas como “será que estou dando mais atenção ao trabalho do que à família?” e mudanças de atitudes. É quando a gente lembra que tudo tem um fim, que é melhor aproveitar o tempo.

Viu só, dá pra encontrar um lado positivo até na morte. Não é fácil, mas dá pra tentar.

Crédito da foto: gettyimages

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Beber moderadamente prolonga a vida de homens após infarto

Carol Castro 17 de abril de 2012

Notícia sobre infarto dificilmente pode ser boa. Afinal, ela é uma das principais causas de morte no Brasil (em 2009, foi culpada por mais de 10% dos óbitos daqui). Aos sobreviventes, cientistas da Universidade de Harvard advertem: beber um ou dois drinks de bebidas alcoólicas por dia faz bem!

A pesquisa avaliou a vida de 1,8 mil homens que sofreram infarto no miocárdio entre 1986 e 2006. Durante esse tempo, 468 homens morreram. Mas quem bebeu de um a dois drinks com álcool (de 10 a 30 gramas) diariamente, após o infarto e por um longo período de tempo, reduziu em até 42% os riscos de morrer por conta de uma nova doença cardíaca. E eles ainda diminuíram em 14% as chances de morrer por qualquer outro motivo.

A pesquisa não incluiu mulheres, mas estima-se que o efeito seja semelhante.

Ficar doente é ruim e ponto final. Mas descobrir que dá para viver com menos ressalvas sempre é notícia boa. Certo?

Crédito da foto: flickr.com/matiasjajaja

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Solteirões morrem mais cedo

Thiago Perin 24 de agosto de 2011

O mimimi é justificado, gente: de acordo com pesquisadores da Universidade de Louisville (EUA), os homens solteiros têm um risco de morte 32% maior do que os casados. As mulheres não ficam muito atrás: morrem 23% mais. O resultado saiu de uma superanálise de 90 estudos anteriores sobre o tema – o conjunto mostrou que o pessoal forever alone bate as botas entre 7 e 17 anos mais cedo do que as pessoas que têm aliança no dedo. Tenso, né?

O motivo é bem óbvio: os casados têm mais do chamado “suporte social” – companhia para garantir o bem-estar e para ajudar caso algo dê errado. Um outro estudo, por exemplo, feito no Canadá, mostrou que os homens casados têm mais chances de sobreviver a um ataque cardíaco porque são levados para o hospital mais cedo. No caso, pelas esposas.

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Pessoas com nomes que começam com D vivem menos

Thiago Perin 1 de agosto de 2011

A constatação, só um pouquinho mórbida, é de pesquisadores da Wayne State University, nos EUA. Analisando a relação entre a primeira letra do nome e a longevidade de atletas profissionais, médicos e advogados, eles viram que, em todos os grupos, os que tinham nomes começados com D morriam antes. No caso dos atletas, a expectativa média de vida entre os Johns, Pauls e Roberts, por exemplo, era de 70 anos; entre os Dans e Dougs, só 68 anos.

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