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10 dicas científicas para fazer alguém se apaixonar por você

Thiago Perin 14 de fevereiro de 2012

A coisa não está fácil para o seu lado? A gente dá uma mãozinha. Respire fundo, tome coragem, passe aquele perfume irresistível e anote aí.

Para conquistar uma mulher, mantenha flores por perto. Em um estudo da Universidade do Sul da Bretanha (França), voluntárias avaliaram homens que viam pela primeira vez como mais interessantes e bonitos (e se mostraram mais propensas a toparem sair com eles) depois de verem imagens de flores. Ah, parece que usar aliança ajuda também…

Se o seu alvo for um homem, aja com bastante carinho. Como a gente já contou por aqui, de acordo com um estudo da Universidade de Indiana (EUA), o sexo masculino valoriza mais as demonstrações constantes de afeto do que o feminino. Achou estranho? Também já falamos sobre como os homens são mais românticos e dizem “eu te amo” primeiro.

Ah, e não enrole. Fazer charme pode ser divertido, mas os homens preferem que você mostre interesse logo de cara. É o que aponta um estudo da Universidade de Bucknell (EUA).

Olhe nos olhos. Em dois estudos feitos em Massachusetts, nos EUA, duplas de voluntários (que não se conheciam!) orientadas a manter contato visual por 2 minutos desenvolveram um afeto “significativamente” maior um pelo outro do que os que olharam para as mãos do parceiro.

Sorria. Uma pesquisa das universidades de Aberdeen e St. Andrews (Escócia), Liverpool (Inglaterra) e Harvard (EUA) dá a dica: as pessoas acham você mais atraente com um sorriso no rosto do que com uma expressão neutra. E, óbvio, do que com uma cara feia.

Apesar que… Segundo um estudo da Universidade de British Columbia (Canadá), as mulheres não gostam de homens que parecem felizes demais.

No primeiro encontro, conte sobre as viagens que você já fez, mas evite falar sobre cinema — o mais provável é que você e seu date tenham gostos diferentes e vocês se desentendam. Quem diz é o psicólogo Richard Wiseman, da Universidade de Hertfordshire (Reino Unido).

E fique atento: se sua companhia pedir uma cerveja, e mostrar que gosta do sabor da loirinha, você já sabe o que pode esperar no fim da noite.

Aliás, deixe de preconceito: relacionamentos que começam com sexo casual podem sim evoluir e virar coisa séria. Supostamente, porque a intimidade que se cria logo de cara quando o casal vai para a cama, segundo pesquisas das universidades do Kansas e da Califórnia (EUA), pode aproximar as pessoas e ajudá-las a formar laços duradouros.

Boa sorte! ;)

Crédito da foto: flickr.com/trobertsphotography

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Cientistas explicam por que músicas tristes fazem tanto sucesso

Thiago Perin 13 de fevereiro de 2012

Pensa bem: se uma música triste nos deixa, bem, tristes, por que ela faz sucesso? Não faria mais sentido que a gente evitasse ouvir o que nos faz sentir mal?

A questão é essa: elas também nos fazem sentir bem. O neurocientista Robert Zatorre, da Universidade de McGill (Canadá), constatou que músicas emocionalmente intensas, tipo aquela que faz você lembrar do pé na bunda que levou, liberam dopamina, o neurotransmissor que promove a sensação de prazer, no cérebro. O efeito é parecido com a satisfação que comida, sexo e drogas garantem. Observando as reações de voluntários, ele viu que, quanto mais arrepios o povo sentia enquanto ouvia canções cheias de emoção, mais dopamina era liberada.

Ou seja: ouvir músicas tristes, mesmo que nos entristeça, ao mesmo tempo nos faz sentir bem, e nos motiva a apertar novamente o gatilho que causou a sensação. No caso, ouvir o chororô musical de novo e de novo. E assim elas disparam para o topo das paradas.

Outro segredinho dessa nossa fascinação pelas canções deprês é, segundo o psicólogo britânico John Sloboda, um elemento musical característico chamado de apogiatura — um tipo de nota musical que cria um som dissonante e gera tensão no ouvinte. Quando a apogiatura passa e as notas voltam à melodia familiar, a sensação é boa, e é nesses momentos que a gente desaba e cede à emoção. Quanto mais apogiaturas uma música tem, maior é o ciclo de tensão e alívio que ela cria, e a emoção ao ouví-la é ainda mais forte.

Oi, Adele, estamos falando com você. Someone Like You, um dos maiores sucessos da cantora britânica, por exemplo, é cheia de notas ornamentais similares às apogiaturas. Entendeu porque você cai em lágrimas toda vez que escuta essa música?

Crédito da foto: flickr.com/alishav

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Homens são capazes de identificar mulheres “naqueles dias” pela voz

Thiago Perin 9 de fevereiro de 2012

Vamos combinar: menstruar é bem chato e difícil para as mulheres. Mas também afeta (e dificulta um pouco) a vida dos homens. Mas, ao menos, parece que o sexo masculino, em algum nível e parte do tempo, sabe com o que está lidando.

Em testes feitos na Universidade de Albany-SUNY (EUA), pesquisadores colocaram 3 grupos de homens para ouvir a gravações de 10 mulheres contando de 1 a 5, simples assim — cada uma delas em um ponto diferente do ciclo menstrual.

Eles adivinharam corretamente quais das mulheres estavam, hum, “naqueles dias”, em 35% das vezes — um “resultado significativo”, segundo os cientistas.

Provavelmente, os que acertaram usam essa capacidade para saber quando fugir. Em outro teste, um outro grupo de voluntários — que não sabiam que o estudo tinha algo a ver com menstruação — teve que escolher a voz menos atraente da seleção.

Em 34% dos casos, a voz escolhida como menos atraente foi a da mulher menstruada.

Os participantes disseram que, ouvindo as gravações, conseguiam perceber um pouquinho do humor (mau, no caso) das mulheres. E outros fatores, como o tom (grave ou agudo) e a velocidade das vozes, influenciaram os palpites, frequentemente certeiros.

Eu acho que não tenho esse talento — ou, pelo menos, nunca me dei conta, mas vou ficar ligado nisso de agora em diante. E vocês, amigos?

Crédito da foto: flickr.com/philippeleroyer

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Intel propõe desafio para eleger internauta mais curioso de todos

Publicidade 9 de fevereiro de 2012



Será que dá para descobrir quem é o sujeito mais curioso de uma rede social? Pois a Intel, que entende tudo de curiosidade, propôs esse desafio aos integrantes do Facebook. Trata-se do game Mestres da Curiosidade, baseado em assuntos bacanérrimos abordados também na série semanal Curiosidade, do Discovery Channel. No jogo, os participantes testam seus conhecimentos sobre temas científicos e, claro, adquirem mais saber enquanto se divertem.

Para participar dessa brincadeira, basta acessar o aplicativo disponível na fanpage da marca no Face. A cada semana, um novo desafio é disponibilizado – mas nada impede que você jogue as etapas anteriores, que permanecem ativas. A pontuação se acumula ao longo de 13 semanas e, ao final, a Intel irá apurar quem foi o melhor jogador e concederá a ele o título de Mestre da Curiosidade!

Seu desempenho não foi bom e agora você quer saber tudo sobre bactérias (uma das temáticas dos games)? Então encare o desafio novamente! Só que, dessa vez, não haverá contagem de pontos. Legal, não? Assim, é possível participar do jogo para concorrer ao título de Mestre da Curiosidade ou, simplesmente, por curtição e para aprimorar os conhecimentos. Certo mesmo é que, ao final do game, você será mais expert do que nunca em maluquices científicas!


Álcool faz vermes viverem duas vezes mais

Thiago Perin 8 de fevereiro de 2012

Já se animou, né?

Um grupo de pesquisadores da Universidade da Califórnia, em Los Angeles (EUA), deu pequenas doses de etanol aos Caenorhabditis elegans, metazoários de cerca de 1 milímetro de comprimento, e constatou que isso dobrava a expectativa de vida dos bichinhos.

Normalmente, eles nascem, viram adultos e morrem em cerca de 15 dias. Mas, depois do álcool, viviam de 20 a 40 dias. E, além de viverem mais, os vermes bebuns ficaram com uma aparência mais saudável.

“Foi incrível ver no microscópio como os que receberam um pouco de etanol estavam significativamente mais robustos do que os outros”, diz Paola Castro, uma das cientistas envolvidas na pesquisa. Mas ninguém sabe ainda por que, exatamente, isso acontece.

É possível, dizem os pesquisadores, que os vermes usem o etanol como comida, e assim fiquem mais fortes. Em outra fase do estudo, eles injetaram colesterol nos bichos (pensaram que era só diversão, vermezinhos?), e viram que o etanol ingerido antes os ajudava a dissolver a substância, que pode ser nociva, mais rápido. Há benefícios por esse ângulo, também.

Aí vem a resposta para a pergunta que não quer calar: não, eles também não sabem se acontece algo parecido no organismo humano. Então, por enquanto, você vai precisar de uma desculpa melhor para o happy hour. Ou pode se assumir um verme, é claro.

(Dica do @vandeursen)

Crédito da foto: Emory University

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