Assine Especiais Superinteressante

Blogs

Homens realmente preferem as loiras

Thiago Perin 5 de março de 2012

Um estudo feito com quase 250 homens em Londres confirmou o que Marilyn Monroe já sabia muitos anos atrás: as loiras fazem mesmo mais sucesso com o público masculino.

Pesquisadores da Universidade de Westminster (Reino Unido) armaram o teste: levaram uma mulher a três bares diferentes e ficaram à paisana observando quantas cantadas ela recebia. Ah, detalhe: antes de cada saída, ela pintava os cabelos de loiro, castanho escuro ou vermelho.

O resultado: loira, a moça foi abordada 60 vezes; morena, 42; ruiva, apenas 16.

Mas por quê? Em outro teste, feito pela mesma equipe de pesquisadores, voluntários tiveram que avaliar loiras, morenas e ruivas sob vários critérios (se pareciam inteligentes, arrogantes ou promíscuas, por exemplo) observando apenas fotos das moças.

Dessa vez, as loiras não saíram tão na frente assim (foram as morenas, aliás, as eleitas como mais atraentes). Mas as platinadas foram avaliadas como mais “necessitadas” pela maioria dos homens — o que pode não agradá-las, mas talvez explique o aparente sucesso.

Crédito da foto: reprodução

Leia também:
Homens realmente dirigem melhor do que mulheres
Loiras tingidas fazem mais sexo
Quando têm fome, homens preferem mulheres mais velhas


Macacas usam sexo para subir na vida

Thiago Perin 2 de março de 2012

Pois é, até as macacas.

As fêmeas dos bonobos, primatas bem próximos dos chimpanzés e encontrados apenas na África, fazem o que podem para chegar com tudo quando entram para um novo grupo — o que costuma significar fazer sexo com a fêmea líder (é, a fêmea) da turma.

O conservadorismo é zero, e a discrição também.

Segundo pesquisadores da Universidade de Emory (EUA), quando se engraça com a líder, a fêmea novata anuncia seu sucesso para quem quiser ouvir, emitindo sons nada discretos (ouça aqui) enquanto se esfrega na parceira e manipula seus órgãos genitais.

“Elas fazem isso para subir na escala social“, diz a pesquisadora Zanna Clay, que participou do estudo. “Quando fazem sexo, estão exibindo suas habilidades sociais”.

Crédito da foto: flickr.com/clarissa

Leia também:
Vacas têm melhores amigas e não gostam de ficar sozinhas
Mercúrio faz pássaros virarem gays
Besouros australianos fazem sexo com garrafas de cerveja


Bebês bonitos podem virar adultos feios

Thiago Perin 1 de março de 2012

Seu filho nasceu e é o bebê mais lindo que o mundo já viu? Não se anime, porque ele pode muito bem ficar feioso quando crescer.

Um estudo da Universidade Estadual da Pensilvânia (EUA) colocou estranhos para avaliar a beleza de um grupo de pessoas quando ainda eram bebês (de até 2 anos) e na adolescência (entre 16 e 18 anos). O que descobriram? Que a beleza do povo nos primeiros anos de vida não dava a menor indicação do quão belos eles seriam quando adultos.

Boa notícia para as criancinhas feias, né?

Em tempo: já parou para pensar em por que os bebês de praticamente todos os animais são tão bonitinhos? O estudo lembra: provavelmente, é uma manobra inteligente da evolução para assegurar que os recém-nascidos sejam cuidados pelos pais. Legal, né?

Crédito da foto: flickr.com/daveynin

Leia também:
Bebês gordinhos viram jovens mais pegadores
Menos bebês nascem no Halloween
Chineses que nascem no Ano do Dragão são superiores


Retomar o namoro com o ex é cilada

Thiago Perin 29 de fevereiro de 2012

Lá no fundo, todo mundo sabe disso. É provável que, mesmo assim, você já tenha pensado em voltar a investir em um relacionamento que acabou. Talvez já tenha até mandado alguns e-mails desesperados no meio da madrugada. Pôxa, mas vocês formavam um casal tão bacana. Esse tempo separados deve ter mudado alguma coisa. Se voltarem, dessa vez, as coisas vão ser melhores. Têm que ser. E é tão ruim ficar só. Vale a pena tentar, né?

Não, amigos, é uma má ideia. É UMA MÁ IDEIA. E não sou eu quem diz: a pesquisadora Amber Vennum, da Kansas State University (EUA), analisou casais que terminaram e depois retomaram o relacionamento e constatou que o resultado quase nunca é legal.

Logo de cara, a maioria tendia a ser especialmente impulsiva — tomavam decisões como morar juntos, por exemplo, mais rápido, talvez para compensar o tempo perdido. E aí a chance de tudo ir pelo ralo era maior. Além disso, as pessoas em relacionamentos cíclicos (o famoso vai e vem) se declaravam menos satisfeitas com o parceiro, tinham autoestima mais baixa, mais problemas de comunicação e estavam menos seguras sobre o futuro da relação.

Segundo Amber, a maioria dos casais volta a ficar junto após um término porque um acredita que o outro mudou e que a comunicação melhorou — mas isso costuma ser uma ilusão. No estudo, casais que terminaram, voltaram e acabaram se casando já começaram o casamento cheios de incertezas, menos felizes e mais propensos a brigar (e a se separar já nos primeiros 3 anos de papel passado) do que os que ficaram juntinhos desde o começo.

A dica da pesquisadora para os pombinhos que não deram certo uma vez, então, é bem clara e direta: “não voltem”, diz ela.

E aí, o que você acha? Já viveu alguma história parecida?

(Via Gizmondo, dica do @todearaujo) ;)

Crédito da foto: flickr.com/tamburix

Leia também:
10 sinais de que seu casamento pode acabar em divórcio
Sadomasoquismo faz bem para o relacionamento
Mulheres se interessam mais por homens comprometidos


Ler livros sobre vampiros deixa você mais… vampírico

Thiago Perin 28 de fevereiro de 2012

Quer virar um vampiro? Uma boa maneira de começar, aparentemente, é lendo bastante sobre eles. Ah, se preferir se tornar um bruxo, a dica também vale.

Nós somos tão loucos nos identificamos tanto com os personagens dos livros que lemos (e curtimos!) que acabamos adotando, sem perceber, algumas características do comportamento deles. Isso já foi comprovado por vários estudos, e é considerado normal. A novidade maluca aqui é que o efeito é verdadeiro mesmo quando os tais personagens são seres que não existem.

Pesquisadores da Universidade de Buffalo (EUA) colocaram 140 voluntários para ler, por 30 minutos, trechos de um livro da série Crepúsculo ou da série Harry Potter. Depois, todos tiveram que responder a questionários que incluíam, no meio de  perguntas normais (para ninguém desconfiar), questões mais direcionadas — para os que leram sobre vampiros, “quanto tempo você conseguiria ficar sem dormir?” e “o quão afiados são os seus dentes?”, por exemplo; para os que ficaram com os bruxinhos, coisas como “você acha que, se tentasse bastante, poderia ser capaz de mover um objeto usando apenas o poder da mente?”.

“A análise mostrou que os participantes que leram sobre bruxos começaram a pensar como bruxos, enquanto os que leram sobre vampiros começaram a pensar como vampiros”, diz o estudo. Ou seja, os dois grupos ficaram mais propensos a acreditar que tinham ou poderiam desenvolver capacidades sobrenaturais após lerem as histórias. Na prática, isso não significa muita coisa — a mudança, normalmente, é inconsciente, e o efeito do livro tende a se dissipar em pouco tempo, conforme a gente se foca em outra história. Mas não é muito louco?

Vale tomar cuidado para não sair mordendo ninguém por aí, tentando voar etc.

Crédito da foto: flickr.com/karensauce

Leia também:
Alho não protege contra vampiros
Falar vários idiomas pode deixar você com várias personalidades
Mocinhas de filmes de terror não devem fazer sexo