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Poderia ser basquete: veja a seleção dos jogadores altos da Copa

1 de julho de 2010

por Braulio Lorentz
COLABORAÇÃO PARA A SUPERINTERESSANTE

Montamos um time só com os jogadores altos deste Mundial. Com esta seleção, jogar a bola na direção da área adversária e torcer para que algo aconteça sempre será a melhor das opções. Para ser escalado na equipe com os grandalhões da Copa do Mundo de 2010, só se o cara tiver mais de 1,90 m. E este é o caso do goleiro holandês Maarten Stekelenburg, que anda fazendo grandes defesas nos últimos jogos. Além do goleiro que torcemos para que não segure muitas bolas no jogo contra o Brasil nesta sexta, o careca Philippe Senderos, da Suíça, é destaque do time recordista de defesa que ficou mais tempo sem tomar gols em Copas.

A altura é o primeiro requisito para valer uma vaga, o que garante a presença de centroavantes mais desajeitados do que goleadores. E para montar essa seleção de gigantes, só mesmo jogando no esquema 4-2-4: com dois zagueiros, dois meias e quatro atacantes. É difícil escalar mais gente no meio-campo por conta da ausência de grandões que joguem nesta parte do campo. Vamos ao time, do goleiro aos centroavantes.

A seleção dos gigantes da Copa 2010

Goleiro

Maarten Stekelenburg (Holanda) 1,97 m


Zagueiros


Per Mertesacker (Alemanha) 1,96 m

Philippe Senderos (Suíça) 1,90 m

Matthew Booth (Austrália) 1,98 m

Giorgio Chiellini (Itália) 1,92 m


Meias


Nwankwo Kanu (Nigéria) 1,97 m

Marcell Jansen (Alemanha) 1,90 m


Atacantes


Sebastian Abreu (Uruguai) 1,93 m

Nikola Zigic (Sérvia) 2,02 m

Peter Crouch (Inglaterra) 2,01 m

Roque Santacruz (Paraguai) 1,91 m


Larissa Riquelme: nós temos o celular dela!

1 de julho de 2010

por Bruno Aragaki / foto: NORBERTO DUARTE/AFP

Nem vuvuzela, nem Jabulani. O objeto de desejo desta Copa do Mundo, quem diria, é um celular do Paraguai. Mais especificamente, o da modelo Larissa Riquelme, que seduziu o mundo ao torcer vigorosamente pela seleção paraguaia desde o primeiro jogo, em Assunção. Enquanto pulava, Larissa segurava o telefone no decote, com muito cuidado para não deixar nada cair.

Não demorou muito para a modelo despontar nos Trending Topic no Twitter, que virou termômetro de popularidade dos assuntos mais comentados no planeta. Há quem diga que era puro marketing – seriam os primeiros passos de uma estratégia (bem sucedida) para promover uma linha de aparelhos, ou uma empresa de telefonia local. Sem negar, nem confirmar, Larissa saiu pela tangente. “Estava mesmo querendo proteger o meu telefone, que toca música, acessa a Internet, é um minicomputador. Tem lugar melhor para guardar?”, disse à Superinteressante usando o mesmo celular. Sim, nós temos o número!

Confira trechos do nosso papo com a modelo:

SUPER – Que celular é esse que você guarda no decote durante os jogos?
Larissa – É da marca N… (ela pediu para a gente não contar). Mas espero que não saia isso. Ainda estou fechando um contrato com uma marca aí.

SUPER – O celular estava “lá” por marketing?
Larissa – O que eu precisava mesmo era proteger o meu telefone, que toca música, acessa a Internet, é um minicomputador. Tem lugar melhor para guardar? Ali, eu sabia que não ia perder (risos).

SUPER – É o mesmo celular que você está usando agora?
Larissa – Isso. Aliás, ele tem um cartão de memória de 2 gigas.

SUPER – Você gosta mesmo de tecnologia?
Larissa – Muito, sou viciada. Sempre que sai um celular novo, eu compro. Gosto de tirar fotos, ver vídeos, ouvir música. Entro no Facebook pelo celular.

SUPER – Você começou a estudar Direito, disse que ia bem em física e química, gosta de tecnologia…
Larissa – É, sou uma pessoa muuuuuuuuuuito curiosa.

SUPER – O que você sabe sobre o Brasil?
Larissa – Sei que o Rio de Janeiro é lindo, gosto de Belo Horizonte, de São Paulo, caipirinhas, essas coisas.

SUPER – Você fala português?
Larissa – ‘Mais ou menos’ (em português).

SUPER – Poderia deixar um recado para os leitores em português?
Larissa – Bem… na verdade faz tempo que não pratico, esqueci bastante. Mas, na próxima entrevista, estarei falando melhor.


Exclusivo: entrevistamos o Bobueno, o joão-bobo inspirado no Galvão

23 de junho de 2010

por Felipe Van Deursen

Chris Anderson posa para foto com Bobueno

Pegando carona no sucesso estrondoso do “Cala a boca, Galvão” (que foi parar no El País, no The New York Times e na capa da VEJA desta semana), um outro personagem volta a ganhar notoriedade nesta Copa. Trata-se do Bobueno, um pequeno joão-bobo, portátil e charmoso, que, segundo pessoas ouvidas pela SUPER, teria sido inspirado no narrador Galvão Bueno. Ele surgiu na Copa de 2006 e logo virou mania entre os boêmios descolados de São Paulo. Após um hiato de quatro anos, Bobueno está de volta (ele está até no Twitter) para mostrar que, entre vuvuzelas, Tadeu Schmidt e entrevistas do Dunga, é possível se divertir na Copa sem importunar as pessoas ao redor. Nós furamos o bloqueio à imprensa criado em torno do Bobueno e conseguimos esta entrevista exclusiva. E, se você ainda acha que ele não é sucesso, o sujeito na foto é o Chris Anderson, editor-chefe da revista americana Wired e autor de A Cauda Longa. De tendência ele entende…

1) O senhor faz questão de frisar que nada tem a ver com personalidades da vida real. No entanto, seu nome, fisionomia e propósito de existência parecem uma clara referência ao hoje mundialmente conhecido narrador esportivo Galvão Bueno, da TV Globo. Tenho que insistir na pergunta: o senhor tem algo a ver com Galvão Bueno?

Sou fã dele, como aliás todo o povo brasileiro.

2) O senhor tomou conhecimento da campanha “Cala a Boca, Galvão”? Tem algo a ver com ela?

Claro que não. Se o Galvão calar a boca, o que será de mim?

3) O que achou dessa pegadinha mundial envolvendo periquitos em extinção, trending topics no twitter, Carnaval, Lady Gaga e Galvão Bueno?

Como disse o grande Galvão Bueno durante uma transmissão, quando a câmera da Globo acidentalmente pegou uma faixa que dizia “Galvão, vá pentear macaco”: “é o bom humor do povo brasileeeeeeeiro”.

4) O senhor tem uma opinião formada sobre as vuvuzelas?

Muito barulho, pouco conteúdo.

5) Correto. E onde o senhor pode ser encontrado?

Na casa de um grupo de amigos que se reuniu em São Paulo, na casa de alguns amigos deles, em um ou outro boteco de São Paulo ou Olinda-PE ou na minha página do Facebook (Bobueno Bobs). Existem outros 1.499 de mim. 500 foram produzidos em 2006, 500 impressos às pressas no mesmo ano quando os primeiros 500 esgotaram em um dia, e mais 500 produzidos agora, em 2010.

6) Esta pergunta é de um leitor: é verdade que o senhor nutre uma profunda admiração por Wilson, a bola de vôlei?

Wilson mostrou o caminho para toda a minha geração. Se um inflável disser para você que nunca o admirou, provavelmente é porque tem inveja. Mas eu prefiro seguir o meu próprio caminho.

7) Em tempos em que até os videogames começam a entrar na era do 3D, é possível que um joão-bobo como o senhor faça sucesso?

Ora, por favor, imagem 3D nenhuma proporciona a satisfação incomparável de encher a mão num objeto macio e acolhedor. Eu sou o verdadeiro 3D.

8 ) O senhor surgiu, pelo que consta, na Copa da Alemanha (aquela do “Ah, Itália”). Podemos esperar seu retorno em 2014? Como será este retorno?

Olha, eu sofri muito nos últimos 4 anos. Fui acusado de ser pé-frio (e nem pé eu tenho!). Fui humilhado. Pior: fui esquecido. Como se tivesse sido eu que baixei a meia do Roberto Carlos. Como se fosse minha a culpa por Parreira estar mais a fim de passear na Alemanha do que de treinar o time. Não sei se eu seria capaz de suportar algo assim uma outra vez.

9)Por falar nisso, quais as expectativas do senhor para uma Copa no Brasil?

Eu vivo o presente. Não gosto de tentar prever o futuro. Mas preciso admitir que tenho um sonho. Sonho com uma cena: o Piritubão lotado, em junho de 2014, na abertura da Copa, com 60.000 bobuenos ocupando as arquibancadas. E aí, quando algum comentário infame soar, se ouve um som. Não o irritante “fuó” das vuvuzelas. Mas o sublime “tuf” de milhares de bobuenos balançando ao mesmo tempo. Só de pensar nisso me emociono.


Os destaques da última semana

14 de junho de 2010

Veja quais foram os posts do canal de blogs da Super mais acessados na semana passada (de 6 a 12 de junho):

- Steve Jobs mostra o iPhone 4: decepcionante e irresistível

Os 6 filmes comerciais mais longos da história do cinema

- O que acontece quando você posta MIL vezes o mesmo vídeo no Youtube

10 coisas que você precisa saber para não passar vergonha na Copa do Mundo

- Inaugurado primeiro hotel feito de lixo

E aí, tinha perdido alguma das novidades?


#SuperAgenda da semana (de 12 a 17 de junho)

11 de junho de 2010


Está em dúvida sobre quais são os programas mais bacanas que irão rolar entre os dias 12 e 17 de junho de 2010? Reunimos as dicas dos seguidores da @revistasuper no Twitter. São filmes,  exposições, show e outros eventos interessantes para o fim de semana. De quedra, sugerimos algumas outras coisas legais para se fazer, na modesta opinião do site da SUPER.

Sua dica não saiu por aqui? Não deixe de participar na próxima quinta.





DICA DA SUPER: Artista inglês mapeia emoções em obras
Quem está em São Paulo pode curtir a partir de terça a exposição do artista Simon Evans. O inglês apresenta seus trabalhos feitos em papel na galeria Fortes Vilaça. Em suas obras, o artista mostra a natureza humana a partir de organogramas e mapas.
Onde: Galeria Fortes Vilaça (r. Fradique Coutinho, 1500, Pinheiros, São Paulo, SP, tel 0.xx.11.3032-7066)
Quando:  terça a sábado, de 10h às 19h (até 17/07)

Obrigado @zitita, @simonecastro81, @alciferreira, @AvalonStore, @biolo_gi, @fabio_espiga, @monique_arq, @jujupinto, @s2Tuka e @CarlosFreak pelas dicas.

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E mais: o @cgribeiro deu uma sugestão que dura até o final da Copa. Alguém compartilha da ideia dele?

E o @aanoseguros não disse a data da sua sugestão. Quem topa ir ao aeroporto acompanhá-lo a receber os pais?


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