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8 objetos do dia a dia que são mais sujos que a privada

6 de novembro de 2012

Se você só se preocupa com germes e bactérias quando está no banheiro de sua casa, pense de novo. Durante o dia você tem contato com pelo menos 8  coisas que são mais sujas do que o mal falado vaso sanitário. Mas não precisa se esconder: saiba onde eles estão e proteja-se.

1. Celular

Sim, é verdade o que você escutou por aí. Um estudo da Queen Mary University of London indicou que 1 em cada 6 celulares está infectado com bactérias fecais. Um dos grandes motivos para ser tão sujinho está ligado aos próprios hábitos de higiene – apesar de 95% dos entrevistados terem declarado lavar as mãos com sabão, 82% das mãos e 92% dos celulares analisados apresentaram bactérias. Além disso, a maioria das pessoas raramente (ou nunca) limpam seus aparelhos. Isso é preocupante principalmente pelo contato constante que mantemos com o telefone e sua proximidade ao rosto e à boca.

 

2. Controle remoto

Se você tem mania de limpeza e fica sempre um pouquinho apreensivo ao dormir em um quarto de hotel, saiba que o controle da TV é provavelmente a superfície mais suja do lugar. Um estudo da University of Virginia apontou que o controle remoto é um dos principais propagadores de doenças no lar – pelo menos 50% deles estão contaminados com germes e bactérias.

 

3. Dinheiro

Quem adora receber cédulas novinhas tem mais um motivo para comemorar. Até 80% das notas podem estar contaminadas por bactérias e germes, apontou um estudo da University of London. A conta é simples: imagine por quantas mãos já passou uma nota em circulação há dois anos. E como o termo “lavagem de dinheiro” não se aplica à limpeza e desinfecção das cédulas monetárias, elas permanecem para sempre como focos de germes e doenças. A recomendação não poderia ser outra: uma lava outra, lava uma mão.

 

4. Escova de dentes



A escova de dentes acumula mais bactérias do que sonha nossa vã filosofia. E um dos grandes culpados é você: a boca humana contém 500 tipos diferentes de bactéria, que podem sobreviver até 48 horas no objeto. Além disso, se a escova fica em cima da pia, pode acumular uma porção de bactérias fecais. Isso porque as partículas de água que saem voando quando se dá descarga com a tampa aberta podem se espalhar por até 6 metros e aterrizar direto na escova, pia e maçanetas. Um estudo publicado no The Journal of Clinical Dentistry, aponta que é importante manter a escova limpa e seca já que a retenção e sobrevivência de microorganismos no objeto pode causar reações inflamatórias na região bucal.

 

5. Máquina de lavar roupas

Até tu, lavadora? Pode parecer um tanto improvável, mas uma pesquisa conduzida pela Universidade do Arizona indicou que 50% das máquinas de lavar roupas caseiras contém bactérias fecais. Além disso, dentre os aparelhos testados, 13% continham a bactéria E. coli, e 100% apresentavam mofo. Para combater o problema, é recomendado lavar primeiro as roupas brancas usando alvejante (que mata as bactérias) e, uma vez por mês, fazer um ciclo sem roupas para limpeza do aparelho.

 

6. Pia da cozinha

Qual foi a última vez que você desinfetou a pia da cozinha? Se não consegue se lembrar, é bom colocar esta pendência em sua lista de tarefas. A pia pode acumular até 100 mil vezes mais germes e bactérias que a privada, apontou estudo conduzido pelo o Hygiene Concil, que identificou ainda que 75% das pias em lares estadunidenses não passariam em um teste de higiene. Ao limpar a cozinha, não se esqueça da bancada: esta também pode chegar a acumular o dobro de sujeira encontrada no vaso sanitário.

 

7. Teclado

Olhe para baixo: você consegue ainda ver rastros do lanche da semana passada por entre as teclas do seu teclado? Hora de limpar essa sujeira. Um estudo recente apontou que o objeto pode apresentar 400 vezes mais bactérias que uma privada.  O ideal é que o teclado seja higienizado cerca de três vezes por semana para dar adeus às bactérias e migalhas que se acumulam por ali.

 

8. Xícara de café e esponjas

Péssima notícia para quem não vive sem um cafezinho no meio do expediente: em estudos conduzidos por Charles Gerba (conhecido como “Dr. Germ”), da Universidade do Arizona, 20% das xícaras de café analisadas continham bactérias fecais. Mas o culpado não era o café (todos comemoram!). Os germes presentes na xícaras foram identificados como oriundos de outro grande recanto de bactérias: a esponja usada para lavar os recipientes. Em um estudo conduzido pela Simmons College, foi identificado que um terço das esponjas analisadas estavam contaminadas – quase o dobro da taxa de contaminação identificada entre as privadas. Elas acumulam uma série de bactérias vindas principalmente de carnes cruas. Além de trocá-la com frequência, é recomendado guardar a esponja de forma que fique menos úmida – ambiente favorito para bactérias.

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