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Via satélite em tempo real

Instituto brasileiro está instalando um novo computador para processar mais rápido as imagens enviadas pelos satélites americanos do tipo NOAA, que captam as radiações infravermelhas emitidas de terra ou da água.

A partir de 1993, os brasileiros saberão mais sobre a devastação na floresta tropical, a aproximação de frentes frias e os melhores locais para pescar em alto-mar. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), de São José dos Campos, SP, está instalando um novo computador para processar as imagens enviadas pelos satélites americanos do tipo NOAA, que captam as radiações infravermelhas emitidas de terra ou da água. Por meio dessas imagens, pode-se detectar diferenças de temperatura entre uma área ou outra, indicando os tipos de vegetações que elas contêm ou, no caso dos mares, onde passam as correntes oceânicas – que costumam concentrar cardumes em suas bordas. 

Os novos equipamentos, que custaram 400000 dólares, têm duas vantagens em relação aos que já eram usados pelo INPE. Os sinais enviados pelo satélite para a antena de Cachoeira Paulista são convertidos em imagens em tempo real, ou seja, imediatamente. Além disso, essas imagens podem ser armazenadas na memória, formando um arquivo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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