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Dica TdF – O Hobbit: Uma Jornada Inesperada

Por turma-do-fundao Atualizado em 4 jul 2018, 20h33 - Publicado em 8 jan 2013, 10h03




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Uma Jornada Inesperada é o primeiro filme da trilogia O Hobbit, e é uma adaptação do livro de mesmo nome escrito por J.R.R. Tolkien e publicado em 1937. Dirigido por Peter Jackson (o mesmo da trilogia O Senhor dos Anéis), o filme estreou nos cinemas no dia 14 de dezembro de 2012 e, em pouco mais de uma semana, arrecadou mais de 270 milhões de dólares.

E não é para menos: o filme é de cair o queixo. Talvez algumas pessoas o tenham achado muito morno ou parado, mas dá pra perceber que o diretor realmente pensou nos fãs de toda a mitologia criada por J.R.R. Tolkien.

O filme começa contando a história de como a antiga morada dos anões da Terra-Média, a Montanha Solitária, foi invadida por um enorme dragão chamado Smaug, o Terrível. Expulsos de sua casa e sem lugar para ir, os anões se veem sem alternativas a não ser peregrinar para outras partes do mapa. Mas um deles, Thórin Escudo-de-Carvalho, resolve se juntar ao mago Gandalf para criar um plano para retomar a Montanha. Com um grupo de 13 anões e um mago, faltaria apenas um integrante, alguém que fosse rápido e silencioso: um ladrão! A pessoa escolhida para essa tarefa é Bilbo Bolseiro do Condado, um hobbit que leva uma vida pacata em sua toca debaixo da terra.


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Ao longo do filme, conhecemos localizações e personagens novos, mas também revemos lugares e pessoas que já fizeram parte dos filmes da saga O Senhor dos Anéis, como os elfos Elrond e Galadriel e também Gollum, a estranha criatura fascinada pelo seu preciosssso!

Não foi fácil esperar quase dois anos para ver a adaptação do livro, mas sobrevivi e não tiraria nem colocaria nada no filme: está bom como está. Claro, é preciso um pouco de paciência para acompanhar o modo “Peter Jackson” de contar uma história, o que inclui longas panorâmicas das paisagens neozelandesas e a forma de mostrar a relação entre os personagens, ora ríspida, ora amigável (quem não se lembra do anão Gimli e do elfo Legolas trocando farpas em A Sociedade do Anel?). Mas, no final do filme, eu tive que ficar sentado por alguns instantes tentando recuperar o fôlego.

Mesmo para quem nunca leu o livro, o filme é uma ótima experiência e não deixa nada a desejar para quem não é familiar com O Senhor dos Anéis. Recomendo para todos os públicos, porque a produção foi baseada em um livro infantil e até mesmo as batalhas épicas possuem alívio cômico com Bilbo e os anões. Como fã de todo o universo criado por Tolkien, foi excelente rever a Terra-Média nas telonas mais uma vez.


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