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A cobrança de juros fosse proibida?

Se a cobrança de juros fosse proibida, todo o sistema financeiro seria simplesmente desmantelado - e o próprio capitalismo perderia sua razão de existir.

Por Da Redação Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
30 set 2001, 22h00 • Atualizado em 31 out 2016, 18h50
  • Claudio Leme

    Todo o sistema financeiro seria simplesmente desmantelado – e o próprio capitalismo perderia sua razão de existir. “A economia murcharia, pois sem juros não há estímulo para a poupança e sem poupança não há investimento”, afirma o economista e ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega. A atividade bancária, como hoje é conhecida, surgiu na Itália do século XIII, na cidade portuária de Gênova – quando o crescimento do comércio fez com que os ganhos fossem depositados e que parte dos depósitos fossem emprestados a juros. É difícil imaginar que esses empréstimos pudessem ter surgido sem alguma recompensa pelo risco envolvido. E, sem os empréstimos bancários, que movimentam a economia em vários níveis, o mundo como o conhecemos não existiria. Eliminada essa alavanca financeira propiciada pela existência da lógica da cobrança de juros, todos nós teríamos de encontrar um modo de vida alternativo, em que somente seria produzido e consumido o essencial para a sobrevivência.

    Não haveria empresas e o próprio acúmulo de capital perderia o sentido (afinal, para que ter muito dinheiro se não se pode lucrar com ele?). As pessoas se contentariam em produzir só para o gasto – e haveria bem menos riqueza no mundo.

    Sem os juros, a geração de riqueza perderia o sentido. Para que ganhar dinheiro se não se pode lucrar com ele?

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