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Organização do Genoma Humano

Biólogo americano James Watson, pai do Projeto Genoma, saudou o surgimento da Organização do Genoma Humano, criada por países que dominam a Genética.

Por Da Redação Atualizado em 31 out 2016, 18h54 - Publicado em 30 jun 1990, 22h00

Os segredos da vida, escondidos dentro das células, podem acabar se tornando propriedade exclusiva dos países que chegarem na frente na grande corrida atual para decodificar o genoma, o catálogo ordenado dos mais de 100 mil genes humanos. Essa preocupação, típica das nações, como o Brasil, que não estão na linha de frente da pesquisa de ponta no mundo, foi endossada recentemente por ninguém menos que o biólogo americano James Watson, pai do multibilionário e polêmico Projeto genoma. “Seria frustrante identificar metade dos genes e não ter acesso à ‘ outra metade”, imagina o cientista. Por isso, ele saudou o surgimento da HUGO, sigla em inglês de Organização do Genoma Humano, criada pelas superpotências da Genética – Estados Unidos, URSS, Inglaterra, Itália e Japão. Watson, em todo caso quer ir mais longe: “As nações precisam entender que os genes humanos não pertencem a elas e sim aos povos do mundo”, proclama.

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