PREÇO BAIXOU! Revista Impressa + Digital Premium a partir de R$ 10,99/mês. Corre e assine agora!
Imagem Blog

Oráculo

Por aquele cara de Delfos Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
Ser supremo detentor de toda a sabedoria. Envie sua pergunta pelo inbox do Instagram ou para o e-mail maria.costa@abril.com.br.

Alguma cultura ainda usa uma medida de tempo diferente das horas?

Já pensou se os indianos ainda medissem a duração do expediente em muhurtas? E os chineses em shichens?

Por Bruno Vaiano Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 11 ago 2024, 18h00 | Atualizado em 4 jun 2026, 15h58
Alguma cultura ainda usa uma medida de tempo diferente das horas? Priorizar nos meus resultados Google

Para fins práticos, não. Todo o comércio e a diplomacia mundiais dependem dos segundos e minutos criados pelos sumérios e dos dias de 24 horas oriundos da astronomia do Egito Antigo – bem como da divisão do planeta em fusos horários, criada pelo senador canadense Sandford Fleming em 1878.

Há registros, porém, de como funcionava a contagem do tempo em outras civilizações milenares. 

Na Índia Antiga, os dias se dividiam em 30 muhurtas, que funcionavam como horas de 48 minutos. Também havia uma unidade de medida peculiar e minúscula chamada guruvākṣarocchāranakāla, equivalente a 0,4 segundo e usada para se referir ao tempo usado para pronunciar certas sílabas em poemas.

Continua após a publicidade

Essas são só duas amostras: historiadores e filólogos conhecem dezenas de termos usados em diferentes épocas e regiões da Índia.

Na China, havia doze períodos de duas horas chamados shichen. Cada um dos shichen era associado a um dos animais do zodíaco local.

Continua após a publicidade

Já no mundo árabe medieval, havia astrônomos profissionais nas mesquitas, chamados Muwaqqit, que se dedicavam a determinar horários com base na posição do Sol no céu – e assim, ditavam o instante de cada uma das cinco rezas diárias pedidas aos fiéis. 

Fonte: artigo “Time measurement from vedic period to twelfth century”, de Salma Khatun; texto “Heavenly stems and earthly branches”, do Observatório de Hong Kong;

Continua após a publicidade

Pergunta de @brunomarini, via Instagram.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Banner promocional verde-escuro com texto O MÊS É DO CLIENTE. A vantagem de ler as maiores marcas do país é sua. À direita, uma mão segura um smartphone exibindo uma página de notícias e um ícone de árvore verde-claroMão segurando um smartphone com aplicativo de notícias exibindo O mês é do cliente. A vantagem de ler as maiores marcas do país é sua em fundo verde-escuro, com um ícone de árvore no canto superior direito
ECONOMIZE ATÉ 87% OFF

Digital Essencial

Enquanto você lê isso, o mundo muda — e quem tem Superinteressante Digital sai na frente.
Tenha acesso imediato a ciência, tecnologia, comportamento e curiosidades que vão turbinar sua mente e te deixar sempre atualizado.
De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
OFERTA MÊS DO CLIENTE

Revista em Casa + Digital Premium

Superinteressante todo mês na sua casa, além de todos os benefícios do plano Digital Premium
De: R$ 29,99/mês
A partir de R$ 9,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).