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Quantos kg a Terra ganha por ano com a queda de meteoritos?

Anualmente, a Terra ganha mais quilos do que perde – chame um nutricionista.

Por Caio César Pereira, Bruno Vaiano Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
6 fev 2024, 09h49

“Estima-se que caiam algo entre 30 e 100 mil toneladas por ano na Terra. O valor médio estaria por volta de 45 mil toneladas anuais”, diz o astrofísico Gastão Lima Neto, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP.

Se levarmos em consideração a massa de 5,9 sextilhões de toneladas do planeta Terra, alguns quilinhos a mais não fazem tanta diferença. Em 100 milhões de anos, temos um acúmulo de 4,5 trilhões de kg, o que corresponde a  pouco menos de um bilionésimo da massa da Terra. Ô planeta pesado.

Nem só de ganhos, porém, vive este bólido. Também há perdas. Por dia, 96,6 mil toneladas de ar vão embora (temos 5 trilhões, não se preocupe). Os gases que escapam, em geral, são os mais leves: hidrogênio e hélio.

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Não compensa os ganhos meteoríticos – mas quem tem uma dieta perfeita, não é mesmo?

Vale lembrar que o nascimento e a morte de seres vivos não faz diferença nenhuma para o peso do planeta. Toda a massa do corpo de um bebê é oriunda dos alimentos que a mãe consumiu ao longo da gestação.

Esses alimentos, por sua vez, ou vieram de animais (que são máquinas de converter plantas em mais de si próprios) ou diretamente das plantas (que fabricam a própria comida a partir do COque já está na atmosfera).

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Eis aí o o ciclo que Lavoisier resumiu na frase “nada se cria, tudo se transforma”. As moléculas de água que estão no seu banheiro neste exato momento podem ter feito parte do xixi de Cleópatra ou da Rainha Elizabeth em algum ponto do passado.

A humanidade, é claro, tira peso da Terra quando envia veículos para o espaço com passagem só de ida, como certos satélites artificiais e missões científicas para outros planetas. Mas essa massa beira o negligível: desde o início da era espacial, a média foi de apenas 65 toneladas por ano.

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Pergunta de Jozivan Cesar, de Camocim de São Félix (PE), via e-mail.

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