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Cartas enviadas à Super

Indiana Jones

Achei a explicação sobre as linhas de Nazca (“Indiana Jones e Suas Histórias Não Resolvidas”, junho) muito engraçada. Foi preciso um batalhão de especialistas para chegar à conclusão de que as linhas foram feitas pelos próprios nazcas. Simplesmente colocaram as pedras em determinada ordem para fazer os desenhos. Ora, mas isso é óbvio!

Alex Mello,

Itu, Sp

Na reportagem sobre Indiana Jones, a SUPER se portou como os EUA, que dão qualquer explicação mirabolante para esconder a verdade. Impossível que em Roswell não tenha acontecido nada de estranho. E por que negar que as linhas de Nazca foram feitas por extraterrestres? Há algum problema nisso? O ser humano precisa parar de arranjar explicações mirabolantes para satisfazer suas crenças fanáticas ou o seu ponto de vista racional.

José Roberto Gibim,

Taiúva, SP

É minha obrigação como admirador da revista avisá-los que matérias como a da última capa fazem com que eu me sinta ridículo por dizer que a revista é séria. Parece matéria paga da Universal Pictures!

Fabio Silveira

Fabio, até aceitamos que você não tenha gostado da matéria, mas paga ela não é. Nem pela Universal nem pela Paramount, que produziu o filme.

Não vai dar certo

Sou fã de Schopenhauer, e dizem que sou pessimista (Essencial, junho). Hoje em dia, com todos os milhares de livros de auto-ajuda falando sobre o pensamento positivo e outras baboseiras, a SUPER, como sempre, inova e fala sobre o outro lado. Parabéns! P.S.: Tenho quase certeza de que nem vão ler minha mensagem.

João Carlos Pinto,

São Paulo, SP

Pensar negativo deu certo, João Carlos. Olhe sua mensagem aqui!

Estou surpresa de ver uma apologia a Schopenhauer na SUPER. Admito que suas idéias sobre o pessimismo foram inovadoras, mas, hoje em dia, ler um artigo que elogia o pensamento negativo é um disparate! A própria SUPER já publicou matérias sobre a influência do pensamento positivo sobre o funcionamento do organismo. Não vou esquecer o pensamento positivo de forma alguma.

Angela Jacon,

Lençóis Paulista, SP

Na Internet, o pensamento negativo fez sucesso. Um leitor criou até uma comunidade no orkut – com direito à citação da SUPER na descrição

Cigarrinho do bom

Essa idéia de produzir tabaco menos prejudicial à saúde (“O Novo Cigarro”, junho) pode levar muitas pessoas ao cigarro, ignorando a principal ameaça, o vício. Começa sempre devagar, com um ou dois cigarros por dia, até chegar ao ponto em que a pessoa já está dependente. O cigarro deveria ser proibido. Claro que não da noite para o dia, mas aos poucos, até não existir mais esse lixo na nossa sociedade.

Vitor Fernandes,

no site da SUPER

O hábito de fumar não causa danos a terceiros na mesma intensidade que uma bebida. Nunca soube de um caso de uma família destruída porque o marido em pleno porre de cigarro tenha batido em seus familiares. O cigarro causa danos como câncer, necrose e enfarte, mas tudo isso de maneira individual. Fico pensando nos agrotóxicos que consumimos, na gordura da nossa comida, nos caminhões desregulados que jogam toneladas de gás carbônico no nosso ar. E a culpa é do meu cigarro…

Vera Abdalla,

no site da SUPER

“Eu topo um cinema! Sou cinéfilo de carteirinha e não há download ou pirataria que supere o prazer de assistir a um filme numa tela enorme. Tem de ter platéia vibrando, som alto e, é claro, uma boa pipoquinha para acompanhar.”

Hamilton José Ansanello,

Rio Claro, SP, sobre o futuro de hollywood, junho, pág. 52

Botox para menores

Fiquei um pouco assustado quando bati os olhos na matéria (SuperNovas, pág. 25). Nunca iria imaginar que Viagra e Botox pudessem salvar a vida de crianças. Quando terminei de ler, fiquei mais calmo, porém, ainda mais curioso. Parabéns, SUPER!

Moisés Elias de Souza Alves

De leitor para leitor

Toda generalização é perigosa. O leitor William Rocha Júnior comete uma injustiça quando afirma que qualquer dom religioso é baseado em charlatanismo, esquizofrenia, distúrbio sexual ou necessidade de se sentir especial (Desabafa, junho). Estudei em um colégio de padres que pararam de me cobrar as mensalidades quando descobriram que eu não podia pagar. Além disso, nunca me exigiram fidelidade religiosa, tanto que até hoje não sou praticante de nenhuma religião. Nos meus 9 anos de estudo, não percebi nenhuma das 4 motivações mencionadas pelo leitor, em nenhum dos padres que conheci.

Dario Moreira,

Juiz de Fora, MG

Não entendi a revolta do leitor Hélio Zamboti perguntando se existiam árvores de salgueiro em Pernambuco. Por que não teria árvores de salgueiro por lá? É como se a SUPER tivesse escrito a maior barbaridade da história! Adorei quando vocês colocaram a frase do funcionário da cidade de Salgueiro, em Pernambuco.

Jenner Azevedo,

Natal, RN

Free Tibet

Quem não esteve muito antenado nos confrontos no Tibete pôde ter uma noção ao ler a entrevista com o lama (SuperPapo, junho). Embora o Brasil não seja totalmente democrático, temos alguns pontos importantes que outros países ainda almejam, como a livre expressão.

Letícia Maria,

Curitiba, PR

Hora da vingança

Nunca antes na história da SUPER um título gerou tanta controvérsia. Muitos leitores se incomodaram com a expressão “roleta-portuguesa” na resposta à pergunta sobre as mortes mais bizarras dos últimos tempos (SuperRespostas, junho). Até ameaças e xingamentos recebemos! A nossa intenção não foi ofender o povo português, mas brincar com uma imagem comum no nosso dia-a-dia. Em solidariedade aos lusitanos que se ofenderam, aqui vai uma piada sobre brasileiros que se conta em Portugal:

– Por que um brasileiro não pode ser sócio de outro?

– Porque, quando um for roubar do outro, eles vão depositar na conta conjunta.