Rodrigo Cavalcante
Esqueça o palhaço, o trapezista e o domador de leões. No final do século XIX e início do XX, os espetáculos que atraíam multidões tinham números tão bizarros que arrepiariam até os chimpanzés do Circo de Moscou. O homem de duas cabeças, a mulher barbuda, o cabeludo albino da Austrália e anões que fariam o Tatu de A Ilha da Fantasia ser considerado um homem de boa estatura rendiam fortunas em apresentações nada politicamente corretas. O livro Freaks – Aberrações Humanas (Livros e Livros, Portugal), reúne fotos raras de algumas dessas pessoas que ganhavam a vida expondo seus defeitos congênitos. Não leia antes do almoço.
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