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Decida o que fazer na pele de Robin Hood

Nos livros-jogos transportam o leitor para a floresta de Sherwood

É com satisfação que o adepto de jogos a passar tempos deve receber os últimos lançamentos da Editora S.A. (ex-Editora Tecnoprint), famosa pela revista de palavras cruzadas do grupo Coquetel. Eles revelam uma benéfica mudança de postura em relação ao cuidado gráfico nos seus produtos. Até agora, infelizmente, o ludômano brasileiro teve que se conformar com a péssima apresentação de vários ótimos livros do seu catalogo ( so para citar um exemplo: Xadrez básico, do Dr. Orfeu G. D’Agostino. A melhor obra introdutória ao nobre jogo editada no Brasil). Com os dois volumes das Aventuras de Robin Hood, A editora retorna as publicações dos livros-jogos, tema que tinha merecido 85 títulos da conhecida coleção Enrola Desenrola, destinada a crianças de 7 a 10 anos. Os livros-jogos, para quem ainda não sabe, são historias contadas aos pedaços, que podem ser escolhidos conforme se progride na leitura. Assim, um mesmo livro pode ter enredos e desfechos diferentes, dependendo das escolhas feitas. Você decide.
Tudo começa com a “criação” de um personagem – no caso, Robin Hood – através da pontuações que definem suas características e habilidades, tais como carisma, percepção, capacidade de cavalgar, lutar, esgueirar se e, naturalmente, atirar flechas.
Ao longo da aventura esses valores vão se alterando para melhor ou pior, em razão dos acontecimentos, até a vitória final ou fracasso total. Os volumes de intitulam O Demônio do Rei e A Espada do Templário. O Primeiro foi escrito por Graham Staplehurst e o segundo por Paul Mason. Ambos contêm simpáticas ilustrações a bico-de-pena de Russ Nicholson. Não são complexos e, por isso, constituem uma boa introdução para os estreantes nesse tipo de passa tempo. A editora promete novidades para breve, com o lançamento da obra de Tolkien e nas aventuras de Sherlock Holmes.