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Playlist: 5 coisas para ler, assistir e jogar em outubro

O assustador futuro da genética, uma teoria surpreendente sobre o cérebro, o game com 9 milhões de personagens, 20 minutos para criar a sua cidade - e uma peça de teatro pelo WhatsApp

Por Bruno Garattoni - 13 out 2020, 11h00

9 milhões de personagens

é a quantidade presente neste jogo, que se passa na Londres do futuro e não tem protagonista: você pode assumir a identidade de qualquer pessoa, em qualquer rua, para lutar contra o governo corrupto. Cada um dos moradores, gerados automaticamente pelo software, tem uma personalidade diferente (baseada em sua idade, profissão e renda).

Watch Dogs Legion. Para PlayStation, Xbox e PC. R$ 250.

 

Divulgação/Reprodução

A corrida armamentista genética

No futuro, será possível ativar e desativar pontos específicos do DNA – e isso, além de evitar doenças, será feito para aumentar as capacidades físicas e mentais das pessoas, numa disputa genética pelo controle da sociedade (quem tiver dinheiro “comprará” genes melhores). É uma das possibilidades exploradas neste livro do futurólogo americano Jamie Metzl, que imagina cenários ainda mais assustadores, como programas de doping genético supervisionados por governos.

Hackeando Darwin. R$ 55.

 

Divulgação/Reprodução

Prefeito por 20 minutos

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Games como Civilization e Sim City procuram simular, da forma mais sofisticada possível, uma sociedade. Este também, com uma diferença: você só tem 20 minutos para construir, organizar e povoar a sua cidade. Essa limitação torna a coisa mais simples – mas mais desafiadora também.

20 Minute Metropolis. Para PC. R$ 7.

 

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Uma peça de teatro pelo WhatsApp

Você compra o ingresso, fornece o número do seu celular e escolhe entre quatro personagens: ao longo dos 13 dias seguintes, aquela pessoa envia mensagens de texto, áudio, fotos e vídeos pelo WhatsApp, contando a história de uma relação amorosa que vocês tiveram.

Amor de Quarentena. R$ 40 (www.sympla.com.br).

 

Divulgação/Reprodução

“O repertório das atividades mentais humanas não pode ser reduzido a algoritmos, porque essas habilidades não são computáveis”,

escreve o neurobiólogo Miguel Nicolelis em seu novo livro, em que desmonta mitos relacionados ao cérebro, como esse. Não é possível reproduzir a mente em computador porque nem sabemos direito o que imitar. Nicolelis também investiga o conceito de brainets: a sincronização social de mentes, que eleva drasticamente a capacidade cognitiva do grupo (e explica, por exemplo, como o Homo floriensis era capaz de construir e usar ferramentas – mesmo tendo um cérebro tão pequeno quanto o dos Australopithecus).

O Verdadeiro Criador de Tudo. R$ 85.

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