A droga que diminuiu a rejeição nos transplantes de órgãos foi achada em um monte de terra.
Desde os anos 50, os laboratórios farmacêuticos pediam a seus funcionários que, ao viajar, trouxessem porções de solo – uma fonte de microrganismos que poderiam revelar antibióticos. Em 1970, o biólogo Jean Borel, do laboratório Sandoz, na Suíça, ao analisar um material escavado em Wisconsin, nos Estados Unidos, encontrou uma nova variedade de fungo produtor de uma substância que batizou de ciclosporina.
No começo, parecia outro fracasso. Os testes em animais mostraram que ela não funcionava como antibiótico. Mas, sem saber, Borel desenterrara outro tipo de medicamento. Investigando a substância, descobriu que ela tinha surpreendente efeito sobre o sistema imunológico responsável pela rejeição de órgãos.
Em 1983 a ciclosporina foi aprovada para uso comercial. Graças a ela, os transplantes viraram rotina.
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