A múmia é uma moça de família
O arqueólogo americano Johan Reinhard espantou o mundo ao encontrar, no ano passado, três múmias incas em perfeito estado de conservação no alto de uma montanha na Argentina. O que nem Reinhard esperava era que uma delas tivesse um parente vivo nos Estados Unidos. O primo da múmia é um peruano de Cabanaconde, uma vila a quase 1 000 quilômetros do local da descoberta. Hoje ele mora em Washington. Há dois anos, ele e mais dezoito habitantes da vila haviam doado células para comparação de DNA com uma outra múmia, encontrada pela equipe de Reinhard naquela região. Não deu em nada. Mas cruzando o DNA extraído das mitocôndrias das novas múmias com o dos peruanos, o resultado deu positivo em um caso. “Eles tiveram um ancestral comum por parte de mãe há cerca de 600 anos”, disse o arqueólogo à SUPER. A descoberta do elo pode ajudar a esclarecer a origem dos sacrificados. “Há relatos de que os incas mandavam mulheres para serem sacrificadas em pontos distantes do império”, contou Reinhard. “Agora temos uma evidência concreta.”
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