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Bons companheiros

Mafiosos e políticos sempre andaram de mãos dadas

Para funcionar como um relógio, toda organização mafiosa precisa ter políticos no bolso. A máfia mantém boas relações com o poder desde seus primeiros passos. De lá para cá, centenas de deputados, senadores e até presidentes foram acusados de envolvimento com a organização. De Fulgêncio Batista em Cuba à família Kennedy nos EUA, a lista de corruptos ou supostos corruptos é imensa. Conheça 4 casos famosos.

Fulgêncio Batista:

O ditador cubano, antes de ser deposto pela revolução de Fidel Castro, recebia dinheiro de mafiosos americanos (entre eles o lendário Meyer Lansky), que exploravam o lucrativo negócio de cassinos na ilha.

Família Kennedy:

A máfia americana até hoje é suspeita de envolvimento no assassinato do presidente John Kennedy, em 1963. O pai de John, Joseph Kennedy, teria enriquecido graças a sua ligação com mafiosos poderosos.

Giulio Andreotti:

Na década de 1990, o então primeiro-ministro da Itália foi acusado de ter sido membro de honra da máfia siciliana e cúmplice no assassinato de um jornalista. Mas foi absolvido, em 2003, por falta de provas.

Silvio Berlusconi:

Em 1996, o delator da máfia siciliana, Salvatore Cancemi, declarou que o então primeiro-ministro italiano mantinha contatos diretamente com Salvatore Riina, o chefão da Cosa Nostra. Nada foi provado até agora.