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Quanto dinheiro existe no mundo?

Mas dá para chegar quase lá: nos 23 países que concentram 90% do Produto Interno Bruto global, há aproximadamente 2,2 trilhões de dólares em dinheiro vivo.

Por Da Redação Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
31 jul 2006, 22h00 • Atualizado em 31 out 2016, 18h27
  • Luciana Farnesi

    É impossível dar uma resposta exata, e uma das razões para isso é o fato de que nenhum organismo internacional calcula o dinheiro em circulação em todos os países do mundo. Mas dá para chegar quase lá: nos 23 países que concentram 90% do Produto Interno Bruto global, há aproximadamente 2,2 trilhões de dólares em dinheiro vivo.

    Acontece que 2,2 trilhões de dólares são uma ninharia para a economia global. Esse dinheiro mal dá para começar a pagar as casas e os apartamentos dos EUA (juntos, eles custam mais de 10 trilhões de dólares). Explicando: dinheiro não é o mesmo que riqueza. Nem que PIB. Riqueza é tudo de valor que existe na Terra (imóveis, empresas e por aí vai), coisa que ninguém consegue medir. PIB é o que se produz em um ano, incluindo serviços, como uma consulta médica. Em 2005, o PIB global foi de 44 trilhões de dólares.

    Definir dinheiro, por sua vez, é algo bem mais difícil. Dinheiro pode ser somente aquilo que as pessoas têm na carteira e nas contas correntes. Mas podem ser também os depósitos em poupança, as aplicações em renda fixa, os títulos públicos etc. Por isso, existem várias formas de medir o dinheiro. Somar apenas cédulas e moedas é uma delas. Mas, se forem consideradas as outras formas de bufunfa, o mundo fica mais rico, com cerca de 31 trilhões de dólares.

    Ainda assim, esse número é só uma estimativa, baseada nas informações fornecidas pelo banco central de cada país. O problema disso é que a fórmula que calcula a grana de um país não é padronizada. “Cada banco central tem os seus próprios critérios”, afirma o economista Alkimar Moura, da Fundação Getúlio Vargas. Por exemplo: um lugar que tenha um sistema bancário mais desenvolvido, como os EUA, tende a fazer um cálculo mais preciso e confiável. Mas nem os EUA, pródigos em indicadores, olham tudo: os dólares guardados em bancos fora de lá são assunto de seus donos, só deles e ninguém tasca.

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