Mangue esperto
O projeto está ajudando a salvar o mangue ¿ e as comunidades ribeirinhas, que dependem dele para catar caranguejos.
Bruno Leuzinger
Genaro Pinheiro, aposentado de 82 anos, mora no Recife e é gente que faz. Quando a Prefeitura abriu um programa de voluntariado no fim de 2002, seu Genaro bolou uma técnica de replantio em larga escala da espécie conhecida como mangue-vermelho. O projeto está ajudando a salvar o mangue – e as comunidades ribeirinhas, que dependem dele para catar caranguejos.
Pela prática tradicional, é preciso coletar a semente no manguezal, fazer o plantio em sacos plásticos, irrigar a muda por seis meses e depois devolvê-la ao mangue. Uma operação complicada e cara. Seu Genaro facilitou tudo: a semente do mangue-vermelho é afixada numa estaca de 40 centímetros, que impede que seja arrastada pela água e ajuda o enraizamento. “É uma solução super-simples para um problema complicado”, diz. Adotada pela Prefeitura, a idéia virou o projeto Viva o Mangue, finalista do Prêmio Super 2003 (categoria Flora/Governo). A paixão de seu Genaro pela natureza vem desde pequeno. O entusiasmo do aposentado só diminui se o assunto é futebol. “Esporte de poltrona não é comigo, não!” É, seu Genaro não gosta mesmo de ficar sentado.
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