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Karl Popper: “Não sabemos. Só podemos conjecturar”

Ele criou o conceito de falseabilidade - que, ao contrário do que o nome sugere, é vital para determinar se algo é verdadeiro

Por Da Redação Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
29 out 2015, 14h45 • Atualizado em 28 out 2019, 12h44
  • “Não sabemos. Só podemos conjecturar”, Popper
    (Redação/Superinteressante)

    Se o nazismo não tivesse desviado a história de seu curso natural, Popper provavelmente teria sido apenas um obscuro professor de filosofia da ciência em Viena. Mas Hitler motivou o filósofo a escrever A Sociedade Aberta e Seus Inimigos, livro-chave para o pensamento liberal moderno. Nessa defesa da democracia, Popper cita o historicismo como um dos maiores adversários da sociedade, pois isenta os homens do ônus de suas responsabilidades ao considerar que o futuro já está definido independentemente de suas ações.

    Depois da ocupação nazista, Popper fixou residência na Inglaterra, onde foi professor da London School of Economics e da Universidade de Londres. Interessado no método pelo qual a ciência decifra o mundo, criou o conceito de falseabilidade. Para ele, o que torna uma teoria realmente científica é a possibilidade de provar que ela é falsa pela experiência.

    Por exemplo: por anos, os cientistas acreditavam que só existiam cisnes brancos, pois nunca haviam visto um cisne negro. A aparição de um cisne negro desmonta a tese. A única maneira de provar que todos os cisnes são brancos é vendo todos os cisnes. A ideia é usada para diferenciar alegações científicas e não científicas. Popper se tornou um dos filósofos da ciência mais destacados do século 20.

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