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Como as indústrias determinam o dia exato em que um alimento vai vencer?

Não há uma padronização: cada empresa desenvolve um cálculo próprio para apontar a data de validade de um produto, mas depois precisa aprová-lo com os órgãos de fiscalização do governo. “É claro que, mesmo assim, não há tantas diferenças entre os cálculos. Grandes empresas adotam um método e muitas vezes fabricantes menores copiam. Mas, como […]

Por Fernando Badô e José Sérgio Osse
Atualizado em 22 fev 2024, 11h17 - Publicado em 18 abr 2011, 18h48

Não há uma padronização: cada empresa desenvolve um cálculo próprio para apontar a data de validade de um produto, mas depois precisa aprová-lo com os órgãos de fiscalização do governo. “É claro que, mesmo assim, não há tantas diferenças entre os cálculos. Grandes empresas adotam um método e muitas vezes fabricantes menores copiam. Mas, como estes usam técnicas e equipamentos menos eficientes, pode haver diferenças no prazo de validade apresentado por seus produtos”, diz o fiscal federal agropecuário Nelmon de Oliveira, diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura. No caso da salsicha, por exemplo, o método mais comum é colocá-la num ambiente com temperatura e umidade controladas e realizar, a pequenos intervalos de tempo, análises químicas que apontam se ela começou a se estragar. A fiscalização do governo é realizada para saber se os métodos usados pelas empresas são suficientes para determinar um prazo seguro. Se verificarem que o produto não está bom para o consumo, os fiscais podem multar o fabricante ou até o estabelecimento em que o produto é vendido — caso ele não tenha seguido as medidas recomendadas para estocagem e exposição.

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