Por que a urtiga queima a pele?
Compartilhe essa matéria: Link copiado! Simples: eles fazem isso pelo caule. Para sobreviver em regiões áridas, os cactos passaram por modificações curiosas ao longo da sua evolução. Uma delas foi transformar parte das folhas em espinhos para reduzir a perda de água. A estratégia teve grande sucesso porque também evita que o cacto sirva de […]
Simples: eles fazem isso pelo caule. Para sobreviver em regiões áridas, os cactos passaram por modificações curiosas ao longo da sua evolução. Uma delas foi transformar parte das folhas em espinhos para reduzir a perda de água. A estratégia teve grande sucesso porque também evita que o cacto sirva de almoço para algum herbívoro faminto. Mas, ao contrário das folhas, os espinhos não respiram nem fazem fotossíntese. É no caule que estão localizados os estômatos, células que realizam as trocas gasosas e eliminam água em forma de vapor. A dura vida dos desertos gerou outras modificações. “Em comparação com outros vegetais, os cactos têm menos estômatos”, afirma o engenheiro agrônomo Eduardo Catharino, do Instituto de Botânica da USP.
Por isso, pode-se dizer que eles respiram de uma maneira não apenas diferente, como também mais econômica, porque os estômatos se abrem durante a noite, longe da luz do sol. “Dessa forma, reduz-se a perda de água, que ocorreria por transpiração”, diz Eduardo. O processo vale para a maior parte das 2 000 espécies de cactos conhecidas, como o mandacaru (Cereus peruvianus) e o figo-da-índia (Opuntia ficus-indica), comuns no Nordeste. As espécies que possuem folhas respiram como os outros vegetais. É o que acontece com o ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata), cacto arbustivo também nativo do sertão nordestino.
Por que os pássaros não peidam?
Por que falam que a carne de porco é “remosa”?
A história do Vazio de Boötes, o pedaço mais assustador do Universo
O Cavaleiro dos Sete Reinos: o que você precisa saber sobre o novo spin-off de Game of Thrones
Superquilonova: pela primeira vez, astrônomos podem ter observado uma rara explosão dupla de uma estrela







