Banana protetora
Fazer piada comparando a banana com o pênis não está com nada. O negócio é usar essa fruta para combater doenças sexualmente transmissíveis.
Fazer piadas infames comparando a banana com o órgão sexual masculino não está com nada. O negócio é usar essa fruta para combater doenças sexualmente transmissíveis. A sacada é do virologista Robert Rose, da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos. Há anos ele se dedica à idéia de usar alimentos como “suporte” para remédios. “Afinal, eles são muito mais atraentes e fáceis de ser aceitos pelo público do que agulhas, seringas ou gotinhas.”
A primeira experiência foi com batatas. O cientista injetou uma vacina contra o HPV (vírus que causa desde pequenas verrugas nos genitais de homens e mulheres até câncer no colo do útero). O tubérculo foi trocado pela banana porque seu cultivo é mais comum em áreas tropicais – onde há mais registros de doenças provocadas pelo HPV. Existem cerca de 100 espécies de banana no planeta, das quais 30 podem ser encontradas no Brasil. Por aqui, o consumo médio por habitante é de 25 quilos por ano, o que coloca a fruta como terceiro produto da pauta de exportação para os países do Mercosul. Além de saborosa e de ter baixo teor de gordura, a banana é rica em ferro, mineral que combate a anemia; em magnésio, que previne vários tipos de alergia; em potássio, que evita cãibras, cansaço muscular e alterações nos batimentos cardíacos e ainda reduz o risco de derrames e doenças ligadas à pressão sanguínea. No que depender da ciência, ela vai se tornar, literalmente, um santo remédio…
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