Os dedos contra o abismo
As façanhas do Homem Aranha, personagem de história em quadrinhos, não assustam o francês Alain Robert, de 31 anos, casado, com dois filhos. “Quando se está 30 metros sobre o vazio, dependendo apenas de si mesmo, não existe alternativa senão seguir em frente, cada vez alto”, diz ele.
Quem pensa que o alpinismo tradicional já é uma grande aventura ainda não viu nada: Robert escala íngremes paredões rochosos literalmente palmo a palmo – quer dizer, sem a ajuda de nenhum equipamento, cordas ou pinos, contando apenas com suas próprias mãos. É a chamada escalada solo – um esporte radical mesmo, que tem apenas uma dúzia de adeptos (ou malucos) no mundo todo.
Robert começou a praticar alpinismo há 18 anos e há sete se dedica às perigosas escaladas solo. Ele já alcançou o topo de alguns dos rochedos mais difíceis do mundo, na Europa e nos Estados Unidos.
Sua determinação não impediu que ele levasse dois tombos lá do alto – que não foram suficientes para fazê-lo desistir desse esporte fatal. Por ironia das montanhas, as duas quedas aconteceram quando ele fazia alpinismo tradicional, amarrado por cordas.’
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