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Coreia rejeita processo de escravas sexuais

Durante a Segunda Guerra Mundial, dezenas de milhares de coreanas foram raptadas e escravizadas pelo exército japonês. Quinze delas estão vivas até hoje - e ainda buscam justiça

Por Bruno Garattoni 17 jun 2021, 09h22
Estátuas de mulheres coreanas na House of Sharing, um abrigo para vítimas da escravidão sexual militar japonesa na Segunda Guerra Mundial.
Estátuas de mulheres coreanas na House of Sharing, um memorial para vítimas de exploração sexual na Segunda Guerra Mundial. NurPhoto/Getty Images

Um grupo de mulheres coreanas, que foram capturadas pelo exército japonês e usadas como escravas sexuais durante a Segunda Guerra Mundial, teve seu pedido de indenização negado pela Justiça da Coreia do Sul.

Na decisão, o juiz alegou que o Japão já pediu desculpas oficialmente em 2015, quando constituiu um fundo de US$ 9,3 milhões para compensar as vítimas.

Dezenas de milhares de mulheres coreanas foram raptadas e escravizadas durante a guerra, mas apenas 240 tiveram seus casos reconhecidos pelo governo coreano. Quinze delas ainda estão vivas – e não aceitam o acordo de 2015.

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