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Manual: como fazer a viagem dos sonhos (sem entrar no vermelho)?

Viajar é sinônimo de dívida? Nem pensar: tire as férias dos seus sonhos com essas dicas – e volte a tempo (e com dinheiro) de pagar os boletos.

Por Rafael Battaglia - 27 dez 2019, 12h39
Gil Tokio/Superinteressante

1 – O lugar é o de menos

Inverta a lógica: em vez de pensar no destino, deixe a promoção decidi-lo por você. Se os preços estão bons na África do Sul, por que não? É um país incrível, que você talvez nunca tenha considerado.

2 – Viaje no escuro

Voar de madrugada é mais barato e economiza uma diária de hotel, já que você dorme no avião. No Brasil, voos nesse horário costumam ser mais baratos. E se aparecer uma passagem boa, dá para comprar no impulso: em geral, você tem 24 horas para cancelar sem perder dinheiro.

3 – Estadia sem crise

Antes de reservar, pergunte se o hotel cobre as ofertas de agências na internet (normalmente, dá certo). Se for um lugar pequeno, fale com o proprietário. Ele pode dar um desconto fora do protocolo. Em último caso, vale apelar: diga que você vai para passar a lua de mel ou qualquer outra data comemorativa. Quem sabe você não consegue preços melhores?

4 – Na hora do rolê…

…o óbvio: priorize passeios gratuitos. Se o lugar for imperdível, compre antecipadamente os bilhetes. E evite comer em lugares cheios de turistas: você vai pagar pelo hype, e não por qualidade.

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5 – Saia sem pagar (a taxa)

Alguns países isentam turistas de impostos. Apresente seu passaporte nas lojas e pergunte como a isenção funciona. Depois, será preciso preencher o formulário entregue pelos lojistas e guardar todos os recibos de compra. Depois, vá ao posto de tax refund do aeroporto antes de embarcar para o Brasil. O processo todo é meio chatinho, mas compensa.

Duro de viajar

Dicas para quem não tem frescura

Gaste a sola do sapato: Algumas cidades oferecem passeios guiados a pé, de graça. São os chamados “Free Walking Tours”. Consulte se há algo parecido no seu destino.

Passagens low cost: Tudo é cobrado à parte: serviço de bordo, babagem, cobertor… Mas você chega – e gasta menos.

Couchsurfing: Esse site existe desde 2004. Nele, as pessoas oferecem sofás para viajantes poderem dormir. Custo baixo, privacidade zero.

Eat With: Serviço permite agendar uma refeição típica preparada por um morador do país. Em geral, custa menos do que restaurantes badalados (e você ganha de brinde um papo com alguém que vive por lá).

Fontes ABEAR (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), sites Skyscanner e Worldpackers.

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