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Não, o criador da Corona não deixou seus conterrâneos milionários

A notícia de que o dono da Corona teria deixado R$ 8,5 milhões para cada habitante, infelizmente, não foi confirmada.

Por Karin Hueck Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 11 mar 2024, 12h06 - Publicado em 21 nov 2016, 11h31

[ATUALIZAÇÃO] Era bom demais para ser verdade. Diferentemente do que relatamos há pouco, o criador da cerveja Corona, Antonino Fernández, não enriqueceu todas as pessoas de sua cidade natal com seu testamento.

A Fundación Cerezales Antonino y Cinia, um centro de artes fundado por Fernández, negou que a herança tenha sido deixada para os conterrâneos. Em entrevista ao Mashable, a assessora da fundação disse que ainda não se sabe quem ficou com o dinheiro, mas que “definitivamente não foi a cidade ou seus habitantes”.

Já o The Local informou que parte da herança (200 milhões de euros, ou 725 milhões de reais) foi deixada para os sobrinhos de Fernández, que ainda visitam a vila durante o verão espanhol, mas que os habitantes “não vão aproveitar o dinheiro diretamente”.

Leia abaixo a nota original publicada pela SUPER:

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O espanhol Antonino Fernández era o criador da cerveja Corona e morreu em 31 de agosto deste ano. Dono de um fortuna estimada em R$ 715 milhões, ao morrer, ele não teve dúvidas: resolveu deixar boa parte de sua herança para os 80 habitantes de Cerezales del Condado, uma aldeia no noroeste da Espanha. Cada um dos moradores do vilarejo recebeu cerca de R$ 8,5 milhões de Fernández. Isso é que é estar no lugar certo na hora certa.

O empresário nasceu na cidadezinha em 1917, como o 11o. de 13 filhos. Logo cedo, teve de abandonar os estudos para ajudar a família nos trabalhos do campo. Aos 32 anos, resolveu migrar para o México, onde começou a trabalhar na cervejaria de um tio. Lá, ele inventou a cerveja Corona e começou a subir nos cargos da empresa. Fernández foi o CEO do Grupo Modelo entre 1971 e 1997.

Não é a primeira vez que o espanhol fez caridade: ele já havia fundado empresas na Espanha e no México, que ajudavam pessoas deficientes a encontrar emprego. Mas foi a primeira (e última) vez que a doação de dinheiro foi tão massiva. “Nunca tivemos dinheiro na vida. Não sei o que seria de nós sem Antonino”, disse o dono do único bar de Cerezales del Condado, ao jornal local Diario de León.

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