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Rede de processamento de dados: Em busca de ETs

Por Da Redação Atualizado em 31 out 2016, 18h52 - Publicado em 31 out 2004, 22h00

A maior rede de processamento de dados do mundo foi criada pela Universidade da Califórnia, em Berkeley, nos Estados Unidos. Desde 17 de maio de 1999, cerca de 5,3 milhões de usuários de internet conectaram seus computadores ao projeto de busca de vida extraterrestre SETI@home. Por dia, são quase 1 000 novos usuários que liberam o uso de seus PCs para o computador central do programa. Para participar, qualquer pessoa com uma conexão à internet pode baixar um programa da universidade americana que funciona como proteção de tela. Quando o dono do computador pára de trabalhar, imediatamente a máquina ociosa recebe, analisa e devolve os dados enviados pela equipe do SETI (sigla em inglês para Pesquisa por Inteligência Extraterrestre). O empréstimo de seus bytes particulares acaba quando você precisar novamente do PC.

Esse processo é interminável, pois centenas de computadores domésticos são conectados e desconectados todos os dias no mundo. Desde 2000, o número de usuários ativos nunca foi inferior a 400 000. Nos primeiros meses de 2003, a rede chegou perto de 650 000 usuários. Programa semelhante de caça de sinais extraterrestres inspirou o livro Contato, do astrônomo americano Carl Sagan (1934-1996), em 1997 transformado em filme com a atriz Jodie Foster.

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