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Tarefa para robô paleontólogo

Por Da Redação Atualizado em 31 out 2016, 18h46 - Publicado em 22 jul 2009, 22h00

Os paleontólogos tema seu dispor mais um recurso tecnológico: um robô com três câmeras -uma comum, uma infravermelha e uma microcâmera – montadas num braço mecânico que permite retirar fósseis de lugares difíceis sem danificá-los. É dessa maneira que os pesquisadores pretendem recuperar, do fundo de uma gruta, em Altamura, na Itália, um esqueleto quase inteiro que, segundo as estimativas pode ter entre 100 000 e 400 000 anos de idade. E todo cuidado é pouco, pois ele está encravado em meio a rochas calcárias. Saber onde terminam os ossos e começa o calcário é a tarefa do robô.

Além de um fóssil do Homo erectus e outro do Homem de Neanderthal, não existe nenhum outro esqueleto de homem primitivo inteiro. Por isso, os estudiosos não vêem a hora de usar o novo robô para desvendar os segredos do esqueleto na gruta e, quem sabe, lançar novas luzes nas teorias sobre a evolução humana.

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