Nina Weingrill 9 de março de 2009

Betty, a mais ou menos
Uma pesquisa publicada no Jornal de Neuropsicologia, da University College, em Londres, analisou as partes do cérebro que acendiam quando as pessoas viam algo bonito, feio, ou neutro. Resultado: quando comparavam duas coisas, uma bonita e outra feia, duas regiões diferentes do córtex motor piscavam. Até aí, tudo bem, é bom que a gente saiba mesmo a diferença entre as duas coisas.
O curioso é que, quando comparava-se o neutro com o feio, nada acendia no cérebro. Não rolava atividade nenhuma! O que pode deixar a entender que um: coisas feias e blasés não nos estimulam (de jeito nenhum), ou dois: não diferenciamos o "mais ou menos" do "bem ruim".
De qualquer maneira, é um alerta pra quando você quiser dizer que pegou uma menina (ou menino) bonitinha(o) na balada. Bonitinha quer dizer mais ou menos. E agora, mais ou menos pode querer dizer outra coisa…
Os assuntos mais bizarros do mundo das pesquisas científicas com muito bom humor.
Carol Castro
É jornalista. Gosta de filmes sem sentido, livros sem clichês, comida sem carne e ciência pra divertir. Tudo sem fanatismo.
castro.g.caroline@gmail.com
Now I know who the brainy one is, I’ll keep looinkg for your posts.
Então não existe meio termo. Ou é feio ou é bonito. Agora acho que aquele negócio de “não existe mulher feia, só mulher desarrumada” está no lixo!!
Muuito legal gente!!! Parabéns.
Se tem buraco to pegando rsrs…
Que publicação mais sem sentido.
aheuhauehauehaueha Concordo totalmente!!!
aheuhauehauehaueha Concordo totalmente!!!