Thiago Perin 5 de outubro de 2011
Você é um daqueles que adoram comentar aqui no CIÊNCIA MALUCA resmungando que os cientistas deviam passar mais tempo atrás das curas da Aids e do câncer e menos pesquisando besteiras? Se for, dá para prever que não vai gostar nadinha desse post.
O site da Universidade de York (Canadá) conta que musicólogos de lá e da Universidade de Goldsmiths (Inglaterra) “monitoraram o comportamento de centenas de voluntários enquanto eles cantarolavam mais de mil canções“. Nesse processo, eles identificaram os elementos que mais deixavam as pessoas com vontade de cantar junto — descobriram, por exemplo, que o público gosta mais de acompanhar canções com vocais masculinos e tons altos.
Com os resultados das análises em mãos, elegeram, então, o clássico We Are The Champions, que o Queen lançou em 1977, como a música mais cativante e grudenta da história.
O que você acha da escolha? Quer relembrar a música antes de opinar? Confere aí — mas a gente não se responsabiliza se você ficar com ela presa na cabeça o dia inteiro.
O restante do top 10 é composto, na ordem, por Y.M.C.A., do The Village People; Fatlip, do Sum 41; The Final Countdown, do Europe; Monster, do The Automatic; Ruby, do Kaiser Chiefs; I’m Always Here, do Jimi Jamison; Brown Eyed Girl, do Van Morrison; Teenage Dirtbag, do Wheatus; e Livin’ on a Prayer, do Bon Jovi.
Tenho certeza de que esses pesquisadores nunca ouviram a Dança do Vampiro.
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Carol Castro
É jornalista. Gosta de filmes sem sentido, livros sem clichês, comida sem carne e ciência pra divertir. Tudo sem fanatismo.
castro.g.caroline@gmail.com
Certamente eles não ouviram Parabéns pra você! ou O Bicho da Cara Preta ou Atirei o Pau No Gato! kkk
Meus amigos, eu conheço quase todas essas do Top Ten. minha teoria tem a ver mais com os acordes e o efeito dos mesmos no nosso cérebro.
Nesse quesito, até “Pônei Maldito” se enquadraria…
É a música-chiclete, sistematizada.
Definitivamente eles não ouviram o Pônei maldito!