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A assombrosa massa dos buracos negros – como você nunca viu

Vídeo mostra a magnitude dos devoradores de mundo de um jeito que vai dar nó na sua cabeça.

Misteriosos, majestosos, absurdos. Você já deve ter ouvido falar muito sobre buracos negros: quantidades enormes de massa comprimida em espaços tão contidos que o resultado é uma atração gravitacional que devora os arredores com mais intensidade que você no almoço de domingo na casa da vovó.

São muitas as teorias e mistérios que cercam os buracos negros: há quem pense neles como embriões de universos, quem se pergunte o que acontece com a matéria que tragada e se algum objeto no Cosmos é capaz de escapar das suas garras.

Mas o animador, youtuber e nerd de plantão morn1415 não estava interessado em astrofísica – ele criou um vídeo apenas para mostrar, da forma mais didática e ilustrativa possível, a magnitude dos buracos negros. E é mais que o suficiente para deixar qualquer um de boca aberta.

O vídeo começa dizendo que até Einstein, cujas equações previam a existência de buracos negros, duvidava que eles pudessem existir na realidade. Depois, começam as lindíssimas comparações.

O Sol, por exemplo, se transformaria em um buraco negro se fosse comprimido até o tamanho de uma cidadezinha – qualquer matéria, inclusive, passaria por essa transformação no caso de uma compressão gigante. A Terra teria que alcançar o tamanho de um amendoim, desde que mantenha a mesma massa, é claro.

Aí começam as comparações entre tamanho e massa, que são o ponto alto do vídeo: um buraco negro do tamanho de Manhattam, o XTE J1650, tem massa equivalente a 4 totais do nosso Sol. O M82 X-1 é do tamanho de Marte. Sua massa, de mil sois.

O diâmetro do buraco negro central do aglomerado de Phoenix é equivalente ao do nosso Sistema Solar até Netuno (foi mal, Plutão). Aí a massa em sois… Bom, aí melhor você assistir de uma vez:

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  1. Orlando Pereira Vitor

    Na verdade o “tamanho” de um buraco negro é relativo. Para formar o buraco negro toda a massa do corpo se comprime formando uma singularidade (tamanho “zero”). Então, o volume de um buraco negro depende do raio do seu “horizonte de eventos”, resultante da imensa gravidade gerada. Então, na reportagem, quando se fala no diâmetro de um buraco negro, na verdade a referência deveria ser ao diâmetro do seu horizonte de eventos.

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