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Tem asma? Andar de montanha-russa resolve

Por Thiago Perin Atualizado em 21 dez 2016, 10h08 - Publicado em 6 out 2010, 13h30

Perdi o ar! (Ou não?)

Até perdi o ar! (Ou não?)

Você conhece o prêmio Ig Nobel? Entregue sempre no comecinho de outubro em uma cerimônia na Universidade de Harvard, nos EUA, é o Oscar para as descobertas científicas mais estranhas do ano (que “primeiro fazem as pessoas rir, depois pensar”). Ou seja: bem o que a gente aqui do Ciência Maluca gosta. Fresquinho da edição deste ano, o estudo que levou o prêmio na categoria Medicina foi o dos pesquisadores Simon Rietveld, da Universidade de Amsterdam, e Ilja van Beest, da Universidade de Tilburg, ambas na Holanda, que descobriram que os sintomas da asma podem ser tratados com… passeios de montanha-russa.

Eles levaram 25 mulheres que sofrem de asma a um parque de diversões e, depois de umas voltinhas no brinquedo, testaram a qualidade respiratória de cada uma. E viva, as voluntárias sentiam menos dificuldade para respirar após os loops e spins da montanha-russa do que antes da aventura. Quando o carrinho ia começar a andar, o cenário era ruim: o estresse emocional negativo (no caso, medo) e a pressão sanguínea atingiam seu ápice – o que prejudica a respiração. Mas, logo após o passeio, o estresse emocional positivo (aquela energia boa que sentimos) e o ritmo cardíaco aumentavam, o que facilita o trajeto do ar.

Para pensar: será que algodão doce é bom contra diabetes, o kamikaze ajuda quem tem labirintite, o tiro ao alvo melhora a visão ou algo assim? (Outros vencedores do Ig Nobel 2010 você confere aqui no blog – e também na revista – logo mais!)

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