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Como uma pessoa muito rica paga uma Ferrari?

Não tem segredo: muitos pagamentos são à vista, por meio de uma Transferência Eletrônica Disponível – o famoso TED.

Por Carolina Fioratti 19 mar 2021, 14h23

Transferência Eletrônica Disponível – o famoso TED. O valor dessas transferências é ilimitado, e muitos compradores de carros de luxo de fato têm grana para pagar a bolada numa tacada só. 

Parcelar, só no caso de um item muito mais caro. Como um jatinho particular da Embraer. Nesse caso, geralmente rola um financiamento por meio do BNDES, mediado pelo banco privado que já cuida das contas do comprador. Entre 2009 a 2014, o BNDES financiou 134 aeronaves nacionais, com valor total de 1,9 bilhão (João Doria e Luciano Huck estão na lista). 

Mas, por motivos lúdicos, vamos simular o financiamento de uma Ferrari de R$ 1,1 milhão. É o caso do modelo California 4.3 v8, considerado “de entrada”. Detalhe: esse é o valor médio do carro usado, ano 2012. Com uma entrada razoável, de 220 mil, temos 48 parcelas de R$ 25,6 mil, juros já inclusos. Para o banco aprovar, você precisa ter um score de no mínimo 700 no Serasa (fácil). E um salário umas três vezes superior ao valor das parcelas (aí complica). 

Pergunta de @hk_davids, via Instagram

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