Chegou o 6.6: Super por apenas 9,90

Literatura – Biblioteca do futuro

Livros de ficção que arriscaram previsões

Por 30 Maio 2012, 22h00 | Atualizado em 31 out 2016, 18h52
Literatura – Biblioteca do futuro Priorizar nos meus resultados Google

1984 (1949), de George Orwell.
A expressão Big Brother surgiu nesse romance, em que o escritor britânico antevê as paranoias que se tornariam realidade com as câmeras de vigilância espalhadas hoje por todo lado. O adjetivo “orwelliano” cabe a todo regime totalitário que altera fatos históricos a seu favor e só acredita na paz por meio da guerra. Mas por que 1984? É apenas um jogo com os números do ano em que o livro foi escrito, 1948.

MICROMEGAS (1752), de Voltaire.
Influenciado por As Viagens de Gulliver, o sátiro francês, sem saber, ajudou com este conto a estabelecer um dos temas fundamentais da futurologia: o contato com alienígenas. Um terráqueo narra, em primeira pessoa, o encontro com um habitante da estrela Sírio acompanhado de um saturniano.

A MÁQUINA DO TEMPO (1895), de H.G. Wells.
Essa novela de Wells consagrou o termo “máquina do tempo”. No clímax da história, somos levados 30 milhões de anos no futuro, com vegetação rala e monstros parecidos com crustáceos à beira de mares cor de sangue. Alguns milênios depois, a rotação da Terra cessa, e o enfraquecimento do Sol leva ao congelamento do planeta.

2001: UMA ODISSEIA NO ESPAÇO (1968), de Arthur C. Clarke. O escritor britânico era conhecido pela base científica de suas histórias. Ele ajudou a consolidar o conceito do que viriam a ser os satélites eletrônicos, mas errou ao imaginar que em 1999 nós teríamos expedições tripuladas a Saturno. Já a abordagem de Clarke da inteligência artificial, em que o computador Hal-9000 toma decisões por conta própria, aos poucos começa a se aproximar da realidade.

FAHRENHEIT 451 (1953), de Ray Bradbury.
É difícil precisar quando se passa a história do romance mais conhecido de Bradbury, mas alguns diálogos dão a entender que é depois de 1990. Nesse futuro, todos os livros são proibidos e o pensamento crítico é visto como contravenção. Qualquer semelhança é mera coincidência.

Continua após a publicidade

NEUROMANCER (1984), de William Gibson.
Ambientado num futuro próximo, depois de uma breve 3a Guerra Mundial, o romance estabeleceu as bases do subgênero cyberpunk, popularizou a expressão ciberespaço e concebeu uma coisa que hoje, em tempos de WikiLeaks, soa corriqueira: os hackers como uma guerrilha organizada.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Domine o fato. Confie na fonte.

15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas

OFERTA RELÂMPAGO

Digital Completo

Enquanto você lê isso, o mundo muda — e quem tem Superinteressante Digital sai na frente.
Tenha acesso imediato a ciência, tecnologia, comportamento e curiosidades que vão turbinar sua mente e te deixar sempre atualizado
De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 2,99/mês
ECONOMIZE ATÉ 63% OFF

Revista em Casa + Digital Completo

Superinteressante todo mês na sua casa, além de todos os benefícios do plano Digital Completo
De: R$ 26,90/mês
A partir de R$ 9,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$35,88, equivalente a R$2,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).