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Alexandre Versignassi

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Blog do diretor de redação da SUPER e autor do livro "Crash - Uma Breve História da Economia", finalista do Prêmio Jabuti.

Câmara aprova o aumento da remuneração do FGTS

Coloquei este vídeo aqui no ar há um mês. E ontem ele ficou defasado. A Câmara aprovou praticamente por unanimidade o aumento da remuneração do FGTS. Dada a unanimidade, e a popularidade da medida, não tem como não passar pelo Senado.  Hoje a remuneração está 3% + TR, o que dá mais ou menos 5% […]

Por Alexandre Versignassi Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 20 ago 2015, 00h04 • Atualizado em 4 set 2024, 08h59
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    Coloquei este vídeo aqui no ar há um mês. E ontem ele ficou defasado. A Câmara aprovou praticamente por unanimidade o aumento da remuneração do FGTS. Dada a unanimidade, e a popularidade da medida, não tem como não passar pelo Senado. 

    Hoje a remuneração está 3% + TR, o que dá mais ou menos 5% ao ano (3% + uns  2% da TR atual). Agora fica assim: em 2016, vai para 4% + TR. Em 2017, 4,75 + TR. 2018, 5,5% + TR. E de 2019 para a frente, vale a regra da poupança: ou 6% + TR ou (em caso de inflação baixa – que permite Selic abaixo de 8,5%), 70% da Selic + TR.

    Numeralha à parte, o que interessa é o seguinte: dê um jeito de estar empregado com carteira assinada em 2018. Se a inflação estiver na meta até lá, o FGTS vai pagar 20% mais que a inflação nesse ano – e só nesse ano.

    Parece bacana. É bacana. Mas também mostra a baderna que o governo virou: se a Fazenda espera trazer a inflação para meta em 2017, não faria sentido o Congresso ter aprovado pagar o FGTS de 2017 e 2018 em valores fixos (mesmo que a inflação caia abaixo de zero daqui dois anos – o que não é impossível numa recessão – vão pagar no mínimo 5%).        

    Ou seja: até uma medida indubitavelmente boa vem poluída pelo maquiavelismo do Cunha, que quer ver se quebra mesmo as contas públicas caso não tenha renúncia. E temos mais um episódio de House of Cards Brasil com roteiro pronto.

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