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Bruno Garattoni

Por Bruno Garattoni Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
Vencedor de 15 prêmios de Jornalismo. Editor da Super.

“Shinobi – Art of Vengeance” honra clássico da era 16 bits

Com níveis desafiadores e cenários bonitos, game de ação ressuscita uma das grandes franquias da Sega nos anos 1990; leia review

Por Bruno Garattoni Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
8 set 2025, 16h00 • Atualizado em 8 set 2025, 16h00
  • Em 1989, era proibido importar a maioria das coisas para o Brasil. Essa medida, instituída no começo da Ditadura Militar, tinha o objetivo de proteger e desenvolver a indústria nacional – mas também fazia com que o País ficasse bem atrasado no acesso a novos produtos.

    Nos games, por exemplo, o melhor que havia era o Atari 2600, um console dos anos 1970. Então, quando a empresa brasileira Tec Toy lançou por aqui o Sega Master System, em setembro de 1989, ele incendiou o mercado: o console (que passou a ser fabricado na Zona Franca de Manaus) parecia de outro planeta, de tão avançado em relação ao que existia no Brasil.

    A Tec Toy dominou o mercado nacional de games. E logo no ano seguinte, 1990, começou a fabricar outro console: o Mega Drive, que a Sega acabara de lançar no exterior. Ele tinha arquitetura de 16 bits, e era um salto em relação à Nintendo (que ainda estava no NES, de 8 bits).

    Os jogos do Mega Drive se aproximavam da qualidade dos arcades (fliperamas), onde a Sega reinava. Um dos principais foi The Revenge of Shinobi, que tinha gráficos incríveis para a época – e acabou entrando para a história dos games. Porque foi, junto com Golden Axe, Super Monaco GP e Sonic, o ápice da Sega.

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    Agora, três décadas depois, a franquia ressurge em Shinobi: Art of Vengeance, para PlayStation, Xbox, Switch e PC. O game foi desenvolvido pelo estúdio francês Lizardcube, lançado pela Sega, e captura perfeitamente a essência do clássico da era 16 bits – mas com visual moderno, bem mais bonito, níveis maiores e combates mais elaborados.

    Suas fases usam bem o efeito de paralaxe, em que várias camadas do cenário se movem em velocidades ligeiramente diferentes – um truque que a Sega explorou, no Mega Drive, para gerar a sensação de imagens 3D (mesmo sem o uso de óculos especiais, como no Master System). O estilo de arte do game também é muito bonito, com cenários e personagens bem detalhados. 

    Fotografia de cenas do jogo Shinobi - Art of Vengeance.
    (Sega/Reprodução)
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    As mecânicas de jogo são simples e acessíveis, com controles fáceis de dominar, mas também vão se desdobrando ao longo da campanha, com novos movimentos que tornam as lutas mais interessantes. A curva de dificuldade é perfeitamente calibrada – da metade para o fim do jogo, que dura 12 a 14 horas, as coisas vão ficando bem desafiadoras.

    Para quem viveu os anos 1990, e/ou tem interesse nessa era dos games, Shinobi: Art of Vengeance é uma boa. Para os demais jogadores, também: direto e envolvente, ele prova que a simplicidade pode ser bem divertida.

    Shinobi: Art of Vengeance está disponível para PlayStation, Xbox, Switch e PC, a preços entre R$ 149,90 (no PC, Steam) a R$ 169,90 (PlayStation).

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