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Como as Pessoas Funcionam Por Blog Estudos científicos e reflexões filosóficas para ajudar você a entender um pouco melhor os outros e a si mesmo. Por Ana Prado

4 coisas que fazem as pessoas não gostarem de você

Por Ana Prado Atualizado em 25 set 2017, 18h18 - Publicado em 25 set 2017, 16h19

Conhecer gente nova pode ser legal, mas também é um pouco assustador pensar que temos poucos segundos até que as opiniões sobre nós estejam formadas. E, quando elas são negativas, pode dar um certo trabalho fazer com que mudem.

Além dos fatores mais óbvios – ser antipático, grosseiro etc. –, a ciência descobriu algumas coisas que fazem com que as pessoas desgostem da gente na hora. Algumas fazem sentido, outras são meio bestas, mas vale dar uma olhada nestas quatro que separamos.

1. Contar algo extremamente pessoal sem conhecer direito a pessoa

Imagine que você acabou de conhecer um colega novo de trabalho e ele já começa a contar do caso extraconjugal que está tendo. Pessoal demais, né? Embora a troca de confidências seja importante para construir relações de confiança e amizade, isso precisa ser dosado de acordo com a pessoa e a situação. Psicólogos dizem que revelar algo muito íntimo enquanto ainda se está conhecendo alguém pode fazer você parecer inseguro.

Um estudo de 2013 da Universidade Estadual de Illinois sugere que o melhor a se fazer quando não conhecemos bem a pessoa é simplesmente compartilhar detalhes sobre hobbies e memórias de infância favoritas. Isso fará você parecer mais simpático e acolhedor.

2. Fazer perguntas a alguém sem falar sobre você mesmo

Falar demais sem conhecer direito a pessoa é ruim, não revelar nada a alguém que está lhe contando coisas também não é bom. Esse mesmo estudo de 2013 concluiu que revelações pessoais precisam ser mútuas e ocorrer em um grau de profundidade parecido. Deixar que só a outra pessoa fale de si e não contar nada de você faz com os outros se empolguem menos em ser seus amigos.

Os autores escrevem: “Embora as pessoas tímidas ou socialmente ansiosas possam fazer perguntas ao outro para tirar o foco da atenção de si mesmas, nossa pesquisa mostra que esta não é uma boa estratégia para o início do relacionamento. Ambos os participantes em uma interação precisam falar sobre si para gerar proximidade e gostos mútuos “.

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3. Ser altruísta demais

Nem os bonzinhos estão a salvo da antipatia dos outros. Em um estudo de 2010, pesquisadores da Universidade Estadual de Washington descobriram que pessoas altruístas eram quase tão impopulares em um trabalho em grupo quanto os mais egoístas: ambos eram tipos com os quais seus colegas disseram não querer trabalhar junto novamente.

O motivo por não gostarem dos altruístas? Voluntários da pesquisa reclamaram que eles fizeram as pessoas “normais” parecerem piores; outros ainda suspeitavam de que esses bonzinhos tinham alguma motivação ruim por trás do seu altruísmo. A galera anda sem fé na humanidade mesmo.

4. Ter um nome difícil de pronunciar

Parece zoeira, mas não é. Um estudo de 2012 feito por pesquisadores da Universidade de Melbourne, da Universidade de Leuven e da Universidade de Nova York descobriu que as pessoas com sobrenomes complicados são julgadas de forma mais negativa.

Em um experimento incluído no estudo, os voluntários tiveram de ler um artigo de jornal fictício sobre um homem que concorria para uma eleição local. Em alguns desses artigos, o homem tinha um sobrenome fácil de pronunciar; em outros, tinha um nome mais difícil. Mas a história era a mesma em ambos os casos.

Resultado? Os voluntários que haviam lido o nome mais simples fizeram um julgamento mais positivo do que aqueles que leram o nome mais complicado. Pelo visto, ninguém gosta de correr o risco de pronunciar nomes incorretamente.

 

Esses pontos foram tirados de uma lista publicada pelo site Business Insider da Austrália. Você pode ver o artigo inteiro aqui (em inglês).

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