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Como surgiu o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC)?

Com voz de Cid Moreira narrando aqueles fatídicos truques batidos do Mister M: “Óóóh, senhor de todas as respostas, revele o segredo: quem foi a primeira pessoa a ter o nome inserido no SPC? Netinho do Buiú   Ninguém sabe, nem a hostess da balada nem a blogueira que pediu para entrar e virou meme. […]

Por Oráculo 31 jul 2013, 19h20 | Atualizado em 21 dez 2016, 09h08
  • Com voz de Cid Moreira narrando aqueles fatídicos truques batidos do Mister M: “Óóóh, senhor de todas as respostas, revele o segredo: quem foi a primeira pessoa a ter o nome inserido no SPC?
    Netinho do Buiú

     

    Ninguém sabe, nem a hostess da balada nem a blogueira que pediu para entrar e virou meme. É que, por questões legais, você não pode furar fila, entrar no SPC e dar uma #olhadinha para ver quem estava devendo R$ 80, R$ 120, cinquentinha ou o quer que fosse na praça.

    Mas senta que lá vem a história: SPC é uma sigla duplamente famosa no Brasil (na gringa, é Secretariat of the Pacific Community, Storm Prediction Center, Storage Performance Council etc. etc.) Aqui no país, ela representa um dos maiores nomes da música brasileira do fim do século 20, o Só Pra Contrariar,

    spc

    E o Serviço de Proteção ao Crédito, que surgiu em 1955, em uma época em que não existia nem CPF – hoje, não é o nome da pessoa que vai para o SPC, mas o CPF dela. O órgão surgiu após um grupo de lojistas do interior gaúcho decidir criar um fichário com o nome das pessoas que compravam a prazo nas lojas e não pagavam. Isso aí, uma lista negra dos caloteiros. E, voilà, nasceu o SPC.

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    Com isso ficou acertado que sempre que alguém quisesse comprar a prazo em uma loja um mensageiro tinha que sair correndo. Era algo meio medieval. O cliente só poderia comprar a prazo depois que o comerciante mandasse um funcionário até esse clube de dirigentes lojistas para checar se o nome da pessoa estava no fichário – o funcionário tinha de ir até lá, literalmente, já que o uso do telefone ainda não era comum.

    “Se descobrissem que a pessoa tinha comprado em alguma loja e não tinha pago, eles não vendiam a prazo”, explica Ronaldo Guimarães, gerente nacional de negócios do SPC Brasil.

    Sabe-se que, em 1955, já havia nomes no “fichário do SPC”, mas não se sabe quais, porque os registros de papel não foram guardados, segundo Guimarães. Hoje seria muito mais fácil ter acesso a isso, já que, desde o início dos anos 80 – ou seja, alguns anos antes da formação do segundo SPC, em Uberlândia – o processo é informatizado. Mesmo assim, o SPC, o primeiro, não divulga nomes e CPFs cadastrados, que são sigilosos por questões jurídicas.

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    Uma pena. Mas aposto que se você chegar na praça mais muvucada da sua cidade todo mundo vai saber quem está no SPC, o primeiro. E quem está ouvindo SPC, o segundo.

     

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