Assine SUPER por R$2,00/semana
Imagem Blog

Oráculo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO

Por aquele cara de Delfos
Ser supremo detentor de toda a sabedoria. Envie sua pergunta pelo inbox do Instagram ou para o e-mail maria.costa@abril.com.br.
Continua após publicidade

Por que gostamos de dormir com o travesseiro geladinho? 

Vai dizer que você não fica procurando o lado mais fresquinho para dormir, hein? A ciência explica por quê.

Por Rafael Battaglia
17 mar 2023, 10h55

Isso tem o efeito de uma canção de ninar para adultos: ajuda a pegar no sono logo.

De noite, a glândula pineal, localizada no cérebro, começa a liberar melatonina. Esse hormônio é responsável por diminuir a temperatura e o metabolismo do corpo. E é um indutor do sono.

Acontece que ambientes frescos promovem uma maior produção de melatonina – consequentemente, ficamos na situação ideal para dormir gostoso. Não à toa, especialistas sugerem que a temperatura no quarto fique entre 15 ºC e 22 ºC.

Para chegar a isso, vale um ambiente arejado, pijamas leves, roupas de cama que permitam a passagem de ar (como lençóis de algodão e linho)… E, claro, o travesseiro. Se ele estiver frio, ajuda a enganar o hipotálamo, o termostato do corpo. É a mesma lógica de usar uma compressa fria na testa para baixar a febre.

Continua após a publicidade

Existem travesseiros projetados exclusivamente para se manterem frescos por mais tempo. São os cooling pillows (“travesseiros refrescantes”; no Brasil, você os encontra com vários nomes, como “travesseiros térmicos”). Feitos a partir de diversos materiais (algodão, látex, gel…), eles supostamente facilitam a evaporação do nosso suor – que pode aumentar a umidade e, consequentemente, a temperatura do travesseiro.

É importante evitar muita roupa e cobertor em dias mais quentes, mesmo se você for friorento. Caso a temperatura corporal suba durante a noite, podemos experimentar microdespertares, que bagunçam o ciclo do sono – em especial, a fase profunda, essencial para nos sentirmos revigorados no dia seguinte.

Fonte: Dra. Dalva Poyares, Médica e Pesquisadora do Instituto do Sono

Compartilhe essa matéria via:
Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

A ciência está mudando. O tempo todo.

Acompanhe por SUPER.

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 2,00/semana*

ou
Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Super impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 12,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$96, equivalente a R$2 por semana.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.